CBR

 

17

julho

2013

Médicos voltam às ruas de todo o país contra medidas do Governo

Insatisfeitos com as recentes medidas anunciadas pelo governo federal relacionadas à categoria (a Medida Provisória 621/2013), médicos voltaram a protestar em várias cidades. Na terça-feira (16) houve manifestações em, pelo menos, 13 estados. Até o fim da semana, outros estados também devem organizar mobilizações. A classe protesta também contra os vetos da presidenta Dilma Rousseff ao Projeto de Lei 268/2002, que regulamenta o exercício da medicina no país.

Na capital federal, a concentração aconteceu em frente à sede do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal. De lá, os profissionais seguiram em caminhada até o Congresso. Em São Paulo (SP), médicos e estudantes participaram de protesto na região central da cidade e fecharam a Avenida Paulista.

Já no Rio de Janeiro (RJ), o protesto ocorreu na Cinelândia, região central do Rio. Os profissionais profissionais ocuparam as escadarias da Câmara Municipal do Rio com cartazes reivindicando mais estrutura nos hospitais. Também houve protestos e assembleias nos estados do Amapá, Amazonas, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Sergipe. As manifestações em todo o país tiveram novamente ampla repercussão na imprensa, com destaque nos dois principais telejornais da TV Globo (veja abaixo).

Pauta de reivindicações – De acordo com lideranças da categoria, o Mais Médicos prejudica a qualidade da assistência à saúde e coloca em risco a vida dos brasileiros. Já em relação ao Ato Médico – sancionado com vetos pela presidenta na semana passada – a categoria avalia que se trata de uma “nova agressão aos médicos e à saúde do país”.

As entidades médicas nacionais – Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB), Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – pedem que os profissionais se mantenham mobilizados “em prol de causas comuns”. Elas os orientam a manter o bom atendimento à população, “que de forma alguma deve ser punida pelos erros da gestão”.

Fonte: Agência Brasil

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