CBR

 

03

dezembro

2012

CBR e ABCDI corrigem distorções na CBHPM prejudiciais à Radiologia

O Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e a Associação Brasileira das Clínicas de Diagnóstico por Imagem (ABCDI) vêm, nos últimos 18 meses, participando ativamente do desenvolvimento do Padrão de Troca de Informação em Saúde Suplementar 3.0 (Padrão TISS 3.0). Um trabalho árduo vem sendo realizado pelo atual diretor da ABCDI, Cícero Aurélio Sinisgalli Júnior, e pelo assessor de Relações Institucionais do CBR, Carlos Moura, junto à Câmara Técnica da CBHPM na Associação Médica Brasileira (AMB) e junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no Comitê de Padronização de Informações em Saúde Suplementar (Copiss).

Foram realizadas mais de 40 reuniões internas e externas envolvendo grupos de trabalhos com representantes do CBR, radiologistas de todo o Brasil, AMB e ANS para a conclusão desta etapa do processo, cujo primeiro resultado foi publicado no último dia 8 de outubro pela ANS, através da Resolução Normativa nº 305, que atualiza o Padrão TISS.

A construção da versão 3.0 contou com a participação da sociedade, através da Consulta Pública nº 43 da ANS, e da atuação do Copiss, onde o CBR tem assento e tem participado em 100% das reuniões, garantindo assim a defesa dos interesses dos radiologistas e das clínicas de diagnóstico por imagem.

A nova versão do Padrão TISS traz muitas vantagens para os prestadores de serviços, conquistadas com a participação intensiva do CBR e da ABCDI. Para a Radiologia, os principais pontos obtidos foram:

- Correções nas nomenclaturas de alguns procedimentos que geravam erros de pagamentos e glosas.

- Desdobramentos de alguns procedimentos que não podiam ser cobrados corretamente porque estavam agrupados gerando distorções de valores.

- Grandes melhorias nas rotinas de autorizações, conciliação de demonstrativos de pagamentos e glosas e padronização da rotina de glosas.

O prazo limite de implantação do Padrão TISS 3.0 é dia 30 de novembro de 2013, mas as mudanças devem acontecer antes, pois as grandes fontes pagadoras possuem milhares de prestadores e não podem correr o risco de iniciar uma migração deste porte tão próxima ao final do prazo.

Esta mudança interessa a todos os radiologistas, pois recupera perdas financeiras que tanto prejudicavam a especialidade.

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