CBR

 

29

janeiro

2013

Óbitos durante exames de ressonância magnética em Campinas/SP

Comunicado

O Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), entidade que representa nacionalmente os médicos da especialidade Radiologia e Imaginologia, filiada à Associação Médica Brasileira (AMB), comunica a seus associados, à comunidade médica em geral, à população e à imprensa, que tomou conhecimento nesta data, do falecimento de 3 pacientes em um mesmo hospital na cidade de Campinas, Estado de São Paulo, após a realização de exames de ressonância magnética.

O CBR lamenta profundamente esta fatalidade e coloca-se à disposição das autoridades competentes para colaborar na elucidação da causa desses eventos fatais.

O CBR informa que, assim que as autoridades se posicionarem oficialmente sobre o fato e puderem oferecer informações fidedignas sobre o mesmo, se pronunciará tecnicamente sobre o ocorrido. Por hora o CBR esclarece que:

•             A ressonância magnética, ou RM, como também é conhecida, é um método radiológico que há mais de 20 anos é amplamente utilizado para o diagnóstico médico por imagem, sendo muito eficiente na detecção de doenças vasculares, do coração, alterações mediastinais, neurológicas, musculoesqueléticas e abdominais, entre outras.

•             O meio de contraste é uma medicação necessária em diversas situações, que tem como objetivo melhorar a definição das imagens obtidas em exames radiológicos, entre eles a ressonância magnética. Sua utilização é amplamente empregada há vários anos por médicos radiologistas de todo o mundo.

•             No Brasil, a utilização de meios de contraste em métodos de diagnóstico por imagem é rotineira e os médicos radiologistas brasileiros recebem formação e treinamento para ministrar com total segurança esta medicação, potencializando o exame e possibilitando diagnósticos assertivos e eficientes.

O CBR reitera seu pesar em relação às vítimas e familiares e continuará a aguardar as informações oficiais sobre o assunto apuradas pelas autoridades competentes.

São Paulo, 29 de janeiro de 2013.

Dr. Henrique Carrete Júnior

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