CBR

 

25

março

2011

PARALISAÇÃO – São Paulo terá passeata em 7 de abril

A mobilização pelo Dia Nacional de Paralisação do Atendimento aos Planos de Saúde em São Paulo será marcada por uma passeata a ser realizada pelos profissionais de medicina do Estado. Essa ação é organizada pela Associação Paulista de Medicina (APM), Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, Sindicato dos Médicos de São Paulo, Academia de Medicina de São Paulo e Sociedades de Especialidade no Estado.

O objetivo deste ato de protesto é alertar a opinião pública sobre o desrespeito das operadoras de planos e seguros de saúde à assistência médica, especialmente em relação às interferências na autonomia e defasagem dos honorários. De acordo com as diretrizes do movimento nacional, os médicos paulistas também suspenderão o atendimento aos usuários de planos de saúde.

“A situação é mais do que grave. Precisamos de uma ação contundente, efetiva. Quanto mais divulgarmos o movimento em nossas redes, conscientizando o maior número possível de colegas e de pacientes, maior será nossa chance de obter avanços”, afirma Jorge Carlos Machado Curi, presidente da APM.

O ponto de encontro da passeatá é o estacionamento da APM, localizado na Rua Francisca Miquelina, 67, a partir das 9h30. Trajados de jalecos brancos, os médicos sairão em protesto até a Catedral da Sé. A manifestação pública deverá contar com médicos do Grande ABC, da Baixada Santista e da região de Campinas, além do apoio de representantes dos usuários de planos de saúde, hospitais e clínicas, parlamentares médicos, acadêmicos entre outros segmentos da sociedade envolvidos na saúde suplementar.

Para Florisval Meinão, 1º vice-presidente da APM e diretor da Associação Médica Brasileira, a passeata e a suspensão do atendimento em 7 de abril fazem parte de um cronograma de ações: “É importante que os médicos orientem suas secretárias a explicar aos usuários o motivo da remarcação das consultas e procedimentos para outras datas, e também divulguem a Carta Aberta à População em seus consultórios e conversem com os pacientes sobre o tema, afinal são eles quem pagam os planos de saúde”.

Fonte: APM

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