CBR

 

30

março

2011

Novidades sobre o Dia Nacional de Paralisação na Saúde Suplementar

Para protestar contra os baixos honorários, a interferência das empresas na autonomia do profissional e a insuficiência da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na regulação do diálogo entre as operadoras e os prestadores de serviço, médicos de todo o Brasil que atuam na Saúde Suplementar irão suspender o atendimento em 7 de abril.

Nos Estados, a mobilização ganha cada vez mais força. Os coordenadores regionais de conselhos de medicina, de sindicatos e associações médicas organizam manifestações públicas, passeatas, panfletagens e assembleias que marcarão as atividades do dia. Em São Paulo, por exemplo, será realizada uma passeata rumo à Praça da Sé, área central da cidade, onde a população será esclarecida sobre a intransigência de determinadas empresas.

Outra estratégia que está sendo preparada será a veiculação de informes em rádios e jornais para orientar médicos e a sociedade sobre os objetivos da paralisação, pois as entidades médicas querem alertar a sociedade para os graves problemas na saúde suplementar.

Entidades de outros segmentos também manifestaram o apoio a essa mobilização, como o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP) e a Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (FEHOESP). Assim como as Sociedades de Ortopedia, Hematologia, Hemoterapia e a Febrasgo (Ginecologia e Obstetrícia), por exemplo, que recomenda aos seus filiados a participação ativa na mobilização.

FONTE: AMB, CFM e Fenam

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