CBR

 

17

junho

2011

Médicos podem pagar Fies trabalhando em municípios carentes

Os médicos formados por meio do Financiamento Estudantil (Fies) poderão quitar o valor devido em menos de dez anos, sem nenhum desembolso, mas preenchendo necessidades do Sistema Único de Saúde. A portaria No 1.377, publicada em 14/06 pelo Ministério da Saúde, divulgou critérios para definir as especialidades médicas prioritárias para a rede pública e para os municípios com maior dificuldade para fixar esses profissionais no Programa Saúde da Família. Entre eles, a definição será por percentual da população em extrema pobreza habitante naquela região. A portaria é um desdobramento da Lei nº 12.202/10.

Os médicos que ingressarem em Equipes de Saúde da Família (ESF) nas regiões prioritárias, após um ano de trabalho, terão 1% ao mês de abatimento na dívida do Fies. Ou seja, caso queiram, depois de um ano mais 100 meses compondo a ESF nesses municípios, os médicos quitarão sua dívida, inclusive juros – o total equivale a pouco menos de dez anos -.

Além disso, os profissionais que utilizaram o Fies e optarem pela residência médica em uma das especialidades listadas como prioritárias para o SUS terão extensão do prazo de carência do financiamento por todo o período da residência médica. Acesse a Portaria No 1.377 e saiba mais informações. 

Fonte: Ministério da Saúde

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