CBR

 

28

novembro

2011

Comsu: 2011 foi um ano especial para o movimento médico

Foi realizada em 24 de novembro, no Conselho Federal de Medicina (CFM), a Reunião Ampliada da Comissão de Saúde Suplementar (Comsu). O encontro teve o objetivo de analisar o movimento médico ao longo do ano e sugerir propostas para 2012. Os representantes das três entidades médicas nacionais (Fenam, CFM e AMB) presentes na ocasião, consideraram o balanço nacional apresentado muito proveitoso.

Para o secretário de saúde suplementar da Fenam, Márcio Costa Bichara, o ano de 2011 além de unir a categoria médica, obteve um ganho social e político. “Foi um ano que consolidou o movimento e uniu a categoria com diretrizes nacionais. Através de nossas paralisações, nos aproximamos da sociedade e dos políticos. Podemos comprovar com a repercussão na imprensa. Conseguimos sensibilizar essas áreas.”

Representando a AMB, Florisval Meinão explicou a importância da reunião com os representantes da categoria médica. “Essa reunião é de extrema importância para trocar informações e projetar o próximo ano, delineando um cronograma de ações. Nossa bandeiras continuarão a serem defendidas.”

O vice-presidente do CFM, Aloísio Tibiriçá, lembrou que apesar das conquistas alcançadas, a luta continua. “Tem sido uma grande conquista, mas não conseguimos em apenas um dia. É acumulando vitórias que se ganha a guerra. Este foi um ano especial com manifestações vitoriosas. Continuamos caminhando, há uma estrada cheia de perspectiva a nossa espera em 2012.”

Aloísio Tibiriçá completou dizendo que o Brasil deve concentrar esforços para a Emenda 29. Convidou ainda aqueles que puderem participar do próximo movimento pelo financiamento da saúde no dia 30 de novembro, em Brasília. Será uma caminhada realizada pelo Conselho Nacional de Saúde e a Frente Parlamentar da Saúde que sairá da Catedral às 14h e seguirá ao Congresso Nacional.

A Comsu deve se reunir novamente em janeiro, momento em que irá traçar as próximas estratégias do movimento. As entidades pretendem também organizar um Fórum com participação do Ministério da Saúde, Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e instituições de defesa do consumidor em fevereiro para pactuar decisões.

Fonte: Fenam

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