CBR

 

Perguntas frequentes

Proteção Radiológica

A radiação derivada de aparelhos médicos aumenta a incidência de câncer na população?

Atualmente, não há evidências científicas conclusivas de que exista uma relação entre o aumento da probabilidade de desenvolvimento de um câncer e a aplicação de radiações ionizantes em procedimentos diagnósticos de baixas doses. No entanto, alguns estudos, baseados em estatísticas limitadas, sugerem que os niveis de radiação aplicados em procedimentos de tomografia computadorizada podem aumentar ligeiramente o risco de desenvolver um câncer radioinduzido no futuro, particularmente em pacientes pediátricos.

Existe um consenso de que o benefício de obter um diagnóstico com precisão, o qual permita definir a conduta clínica mais adequada para o tratamento do paciente, supera em muito os riscos potenciais desta técnica radiológica.

Para maximizar os benefícios das aplicações da radiação em diagnóstico, os procedimentos devem ser bem justificados e otimizados. Em um exame radiológico, deve-se empregar a menor dose possível ao paciente, mantendo a qualidade de imagem requerida para o diagnóstico.

Risks from CT scans – what do recent studies tell us? J. Radiol. Prot. 34 (2014) E1–E5
UNSCEAR 2013: Effects of Radiation Exposure of Children
NCRP Report 171 (2012): Uncertainties in the Estimation of Radiation Risks
Radiol Clin North Am. 2009 January ; 47(1): 27–40. doi:10.1016/j.rcl.2008.10.006.
Mayo Clin Proc. • December 2010;85(12):1142-1146 www.mayoclinicproceedings.com
Cynthia H. McCollough1. The Role of the Medical Physicist in Managing Radiation Dose and
Communicating Risk in CT. AJR 2016; 206:1241–1244

Existe um limite de segurança em relação ao número de tomografias que o paciente possa realizar num determinado período de tempo?

Não há um limite máximo estabelecido para o número de exames de tomografia computadorizada que um indivíduo pode se submeter, desde que exista uma indicação clínica bem fundamentada, com protocolos devidamente otimizados. Exames prévios e técnicas alternativas de imagem devem ser considerados antes de realizar outra tomografia. Especial atenção deve ser dedicada a pacientes pediátricos, que apresentam maior radiosensibilidade que os adultos.

Como a dose de radiação da tomografia computadorizada (TC) se compara com outros métodos, como raios X e cintilografia?

As doses de radiação da TC para o paciente são mais altas que outros procedimentos radiológicos. Atualmente, a dose de radiação associada a um procedimento de TC de rotina varia de 1 a 14 mSv dependendo do exame, sendo comparável à dose anual recebida a partir de fontes naturais de radiação, tais como o radônio e a radiação cósmica (1-10 mSv), dependendo de onde a pessoa vive. Assim, o risco para um indivíduo exposto à radiação em um exame de tomografia seria comparável aos níveis de radiação ambiental.

A dose efetiva de uma tomografia pode variar entre 50 e 400 vezes à dose de uma radiografia de tórax, dependendo dos parâmetros técnicos utilizados.

No entanto, é preciso considerar também as doses absorvidas em órgãos, em especial os mais radiosensíveis, como o cristalino, a tireoide e as gônadas. É recomendável, portanto, proteger estes órgãos com blindagens, quando possível, ou reduzir os fatores de exposição.

No caso da medicina nuclear, em procedimentos de cintilografia, os valores variam entre 1,2 mSv e 23 mSv, dependendo do estudo. Estes valores de dose efetiva são comparáveis aos observados em procedimentos de tomografia. Nas tabelas 1 e 2 são apresentados os valores de dose efetiva para diferentes procedimentos em medicina nuclear e tomografia computadorizada respectivamente.

Tabela 1: Doses efetivas médias em exames de medicina nuclear

Procedimento Dose efetiva (mSv)
Cintilografia óssea com MDP-Tecnécio-99m 3,6
Cintilografia do miocárdio MIBI-Tecnécio-99m 4,2
Cintilografia renal DMSA-Tecnécio-99m 2,5
Perfusão pulmonar MAA-Tecnécio-99m 1,2
Cintilografia do miocárdio cloreto de tálio-201 23
Paratireoide cloreto de tálio 18
Cintilografia da tireoide iodeto de sódio (I-123) 3,4

International Atomic Energy Agency – Basic Safety Standards – BSS 115

International Commission on Radiological Protection – Publications ICRP 53, ICRP80 e ICRP 106

 

Tabela 2: Doses efetivas médias em exames de TC

Exames de TC Dose efetiva média(mSv) Número equivalente de radiografias de tórax PA (0,02 mSv cada)
Cabeça [ME] 2 100
Pescoço [ME] 3 150
Contagem de cálcio [ME] 3 150
Angiografia pulmonar [BR] 5,2 260
Coluna [ME] 6 300
Tórax  [WA] 8 400
Angiografia coronária [EI] 8.7 435
Abdome [WA] 10 500
Pélvis [WA] 10 500
Colonoscopia virtual[ME] 10 500
Tórax (embolismo pulmonar) [ME] 15 750

(https://rpop.iaea.org/RPOP/RPoP/Content/InformationFor/Patients/patient-information-computed-tomography/index.htm)

radiol Clin North Am, 2009; 47 (1): 27-40.

Effective doses in Radiology and diagnostic nuclear medicine: A catalog, Radiology 248 1 (2008) 254-263.

Radiation exposure in multi-slice versus single-slice spiral CT: Results of a nationwide survey, Eur. Radiol. 13 (2003)1979-1991.

Revised radiation doses for typical x-ray examinations, Br. J Radiol. 70 833 (1997) 437-439.

Radiation dose and cancer risk estimates in 16-slice computed tomography coronary angiography. J. Nucl. Cardiol. 15 2 (2008) 232-240.

A ressonância magnética e a ultrassonografia são isentas de radiação?

Ambas as técnicas não utilizam raios X para obtenção de imagens. Não há dados científicos que indiquem que a ressonância magnética e a ultrassonografia estejam associadas a qualquer risco de câncer.

Existe como saber qual a dose de radiação em um exame de tomografia? Qualquer pessoa pode ter acesso a esta informação?

Sim, todos os tomógrafos fornecem dois descriptores de dose: Volume Computed Tomography Dose Index (CTDIvol) ou CTDI volumétrico e Dose Length Product (DLP) ou produto dose e comprimento. No entanto, estas grandezas devem ser utilizadas apenas como uma estimativa da dose no procedimento. Como são obtidas a partir de fantomas (16 e 32 cm), estas grandezas não representam as características de cada paciente e, portanto, não podem ser consideradas como as doses recebidas pelo paciente, especialmente em Pediatria.

Para obter uma estimativa mais precisa de acordo com a região anatômica específica de um paciente, foi desenvolvida uma metodologia que inclui fatores de correção, considerando as dimensões do mesmo. O método para esta análise encontra-se na seguinte publicação:

Size Specific Dose Estimation (SSDE) in Pediatric and Adult body CT Examination– American Association of Physicists in Medicine report of task group 204 (2011)

Existem maneiras de se reduzir ou controlar a dose de radiação de um exame de tomografia?

Sim, é possível reduzir as doses de radiação sem comprometer a qualidade da imagem para o diagnóstico. Inicialmente, deve-se garantir que o exame foi devidamente justificado e que técnicas alternativas como a ultrassonografia e a ressonância magnética foram consideradas. Deve-se assegurar o melhor balanço entre a qualidade de imagem e a dose de radiação, adotando as seguintes estratégias de otimização:

– Ajustar os protocolos para grupos de pacientes considerando a faixa etária, biotipo, sexo e indicação clínica;
– Reduzir o número de fases de varreduras, utilizando apenas as necessárias (exames com contraste intravenoso);
– Evitar repetição de exames desnecessários;
– Utilizar sempre que possível o controle automático de dose;
– Reduzir o mAs tanto quanto possível, considerando o nível de ruído aceitável para o diagnóstico;
– Limitar o comprimento de varredura, restringindo o mesmo para a região de interesse;
– Utilizar dispositivos de imobilização e blindagem para os órgãos sensíveis quando possível;
– Evitar a utilização de pitch baixos;
– Utilizar métodos de reconstrução interativos;
– Recomenda-se comparar os valores de CTDIvol e de DLP da instituição para uma amostra definida de pacientes com os níveis de referência internacionais estabelecidos. (ver tabela)

Níveis de referência em diagnóstico (NRD) e Doses alcançáveis (DA) para TC adulto e pediátrico em CTDIvol

Procedimento  Dimensão lateral do paciente Diâmetro do fantoma (cm) CTDIvolNRD (mGy) CTDIvolAD(mGy)
Cabeça – (adulto)
16 16 75 57
Abdome-pélvis (adulto) 38 32 25 17
Tórax (adulto) 35 32 21 14
Cabeça(pediátrico – 5 anos) 15 16 40 31
Abdome(pediátrico – 5 anos) 20 16 20 14

ACR–AAPM Practice Parameter for Diagnostic Reference Levels and Achievable Doses In Medical X-Ray Imaging (August 21, 2015) 

Pacientes grávidas podem fazer tomografia?

Os exames de tomografia em pacientes grávidas não são proibidos, mas é necessário haver uma indicação clínica precisa para a realização deles. Técnicas de diagnóstico alternativas que não utilizem radiação ionizante devem ser consideradas. No entanto, se o exame de tomografia está devidamente justificado, todos os esforços precisam ser feitos para otimizar o procedimento, minimizando a exposição do feto.

Há uma preocupação especial em realizar o exame de uma mulher grávida devido ao risco da exposição do feto à radiação ionizante, particularmente no primeiro trimestre de gestação. Os efeitos potenciais da radiação ao feto incluem: morte embrionária, neonatal ou fetal, má formação congênita e alterações funcionais como o retardo mental, redução do quociente de inteligência e câncer na infância. O risco está relacionado à taxa de dose e dose total de radiação recebida pelo feto e a etapa de desenvolvimento no momento da exposição.
Os exames que requerem a exposição direta do feto ao feixe primário, como os exames da região abdominal, são os que merecem maior atenção e cuidado. Para exames em regiões afastadas da área fetal, a radiação espalhada recebida pelo feto será muito pequena, desde que o procedimento seja conduzido adequadamente.

Antes do exame, o radiologista deve discutir a indicação com o médico solicitante avaliando os riscos e benefícios do procedimento. Um físico ou um profissional qualificado necessita estimar a dose absorvida pelo feto. Os parâmetros de técnica precisam ser otimizados e os fatores de técnica registrados. Deve-se evitar a exposição desnecessária do abdome e da pélvis, limitando ao máximo a região a ser exposta, utilizando uma colimação precisa, fase única e, se possível, protetores pélvicos. A dose fetal precisa ser reduzida ao estritamente necessário para obtenção do diagnóstico. Todos os meios de contraste necessitam ser utilizados com precaução. A repetição de exame deve ser evitada.

É importante ressaltar que em procedimentos devidamente otimizados as doses recebidas pelo feto são muito inferiores a 100 mGy, que corresponde ao limiar estabelecido em recomendações internacionais. Desta forma, os procedimentos não deverão estar associados a um aumento de anomalias ou de morte fetal.

Radiation Exposure and Pregnancy: When Should We Be Concerned? RadioGraphics 2007; 27:909–918
Imaging in Pregnant Patients: Examination Appropriateness. RadioGraphics 2010; 30:1215–1233 •
Report No. 174 – Preconception and Prenatal Radiation Exposure: Health Effects and Protective Guidance (2013)
A New Pregnancy Policy for a New Era. Pregnancy and Medical Radiation. ICRP Publication 84. Ann. ICRP 30 (1), 2000

É seguro realizar tomografia em crianças?

Quando realizada adequadamente, os benefícios de uma tomografia computadorizada excedem em muito os riscos. A TC pode fornecer informações detalhadas para diagnosticar, planejar o tratamento e avaliar as condições clínicas do paciente. Além disso, pode eliminar a necessidade de uma cirurgia exploratória.

O risco de câncer em crianças devido à exposição à radiação é aproximadamente duas a três vezes maior do que em adultos, porque pacientes pediátricos têm uma expectativa de vida mais longa e os seus órgãos são mais sensíveis à radiação. Para os recém-nascidos, o risco de indução de câncer é essencialmente o mesmo que no segundo e terceiro trimestre de gravidez. Por isso, é fundamental que o exame seja otimizado para obter o diagnóstico.

Os protocolos pediátricos, com parâmetros de exposição especificamente estabelecidos, devem ser utilizados, bem como sistemas de modulação de corrente e técnicas de baixo-kV. Como consenso internacional, o exame precisa ser realizado em apenas uma fase, evitando, quando possível, a fase pré-contraste.

www.imagegently.org
UNSCEAR 2013: Effects of Radiation Exposure of Children

Existe risco relacionado à radiação ao se acompanhar um paciente na sala de exame de tomografia?

O risco de se acompanhar um paciente em um exame de tomografia é muito baixo. No entanto, qualquer exposição à radiação deve ser evitada. A permanência de um acompanhante na sala durante o procedimento somente deve ser autorizada quando for estritamente necessária para a realização do exame. Quando a presença do acompanhante for indispensável, todas as medidas de proteção radiológica devem ser adotadas de forma a minimizar a sua exposição à radiação. Recomenda-se que o acompanhante, pais ou familiares, utilizem o avental plumbífero e o protetor de tireoide durante o procedimento. O técnico deve ser avisado se houver possibilidade da acompanhante estar grávida para evitar sua exposição.

Como se compara a radiação da radioterapia à tomografia computadorizada? Elas se somam?

A radioterapia utiliza raios X, raios gama e outros tipos de radiações para tratar o câncer e outras doenças. A energia de radiação depositada no tecido é utilizada para destruir as células do tumor. As doses de radiação aplicadas ao tumor são milhares de vezes maiores do que as doses recebidas pelos pacientes submetidos a exames de raios X de diagnóstico. Enquanto as doses em radioterapia são da ordem de Gy (unidade de dose absorvida), em tomografia as doses absorvidas em órgão são na ordem de mGy, ou seja, mil vezes menores.

Quando a radioterapia e a tomografia são realizadas as doses efetivas recebidas podem ser somadas aplicando-se a devida metodologia de cálculo. As grandezas e unidades envolvidas em cada procedimento devem ser cuidadosamente verificadas para poder calcular corretamente a dose recebida pelo paciente.

Como me certificar que a clínica em que estou realizando os exames toma os devidos cuidados de proteção radiológica?

Para se certificar que o serviço de radiologia cumpre com os requisitos de proteção radiológica, recomenda-se verificar se:

a) A instalação possui alvará de funcionamento das autoridades sanitárias
Para obtenção do alvará, o serviço deve atender requisitos de proteção radiológica estabelecidos na legislação vigente do Ministério da Saúde.

b) A instalação dispõe de Selo da Qualidade em Tomografia Computadorizada do Colégio Brasileiro de Radiologia
Para obtenção do selo da qualidade, a instalação passa por uma avaliação do comitê de tomografia, composta por um grupo de radiologistas e um físico. Neste processo de avaliação são observados os seguintes requisitos: a) qualificação dos profissionais do serviço; b) avaliação da qualidade da imagem: o grupo de radiologistas da comissão analisa imagens de tomografia de diferentes procedimentos que são fornecidas pelo serviço e os respectivos laudos; c) critérios de proteção radiológica, que incluem as doses de radiação, são observados pelo físico da comissão.
Além disso, em 2015 o CBR iniciou a implantação de um programa de acreditação (PADI) para clinicas de diagnostico por imagem, o qual inclui auditoria dos serviços de tomografia.

c) Existe no serviço um programa de proteção radiológica
Recomenda-se que o paciente ou o responsável verifique junto ao serviço quais as medidas de proteção radiológica são adotadas para o paciente, como: se existem protocolos específicos para pediatria e quais as medidas adotadas pelo serviço para a otimização dos exames.

A radiação da bomba atômica é a mesma da tomografia computadorizada?

Há muitas diferenças entre a exposição de um indivíduo à radiação em um procedimento de TC e uma exposição à radiação de uma bomba atômica. A exposição em tomografia envolve apenas uma região específica do corpo, enquanto que, com a explosão da bomba, além da exposição ser de corpo inteiro, houve ainda a contaminação interna (partículas radioativas foram inaladas, ingeridas e depositadas no corpo). Na tomografia, fatores de técnica são devidamente selecionados de forma a ministrar a menor dose de radiação possível para o paciente sem prejudicar a imagem radiológica. No caso da bomba atômica, o nível de radiação recebido por cada indivíduo variou de acordo com a sua posição em relação ao epicentro sem nenhum controle.

Deve-se observar que a explosão da bomba atômica resultou em uma radiação inicial (emissão de raios gama e nêutrons) e de uma radiação residual (emissão de raios gama e beta). Entre 150 mil e 200 mil pessoas morreram durante as explosões e nos meses que se seguiram. A maioria dos indivíduos, dentro de um quilômetro dos bombardeios, morreu de envenenamento por radiação aguda, queda de detritos ou incêndios que eclodiram no rescaldo do ataque.

No entanto, cerca de 25 mil sobreviventes da bomba atômica foram expostos a doses relativamente baixas de radiação, comparáveis entre um e três tomografias, e não apresentaram aumento significativo no risco de câncer. O número de casos de câncer que se desenvolveram durante o resto de suas vidas não é, no entanto, grande o suficiente para fornecer a estatística necessária para prever com segurança o risco de câncer associado à tomografia computadorizada na população em geral hoje.

Frente aos dados de radiação presentes na literatura, ainda não existe um consenso quanto ao risco de desenvolver câncer devido às pequenas doses de radiação da tomografia.

Mesmo os grupos que acreditam que exista o risco aumentado, este seria muito pequeno quando comparado à possibilidade de uma pessoa desenvolver câncer por causas naturais. O FDA (Food and Drug Administration – órgão governamental americano), concluiu que 10 mSv (dose aproximada de uma tomografia de abdome) aumentaria o risco de morte por câncer em 0,05 %. Considerando que a incidência natural de morte por câncer em qualquer pessoa nos EUA é de 20% (cerca de 400 vezes maior), uma única tomografia aumentaria o risco de desenvolver um tumor fatal do paciente médio para 20,05%. No importante, deve-se ressaltar que não há um consenso sobre estes valores de risco.

Beyond the Bombs: Cancer Risks from Low-Dose Medical Radiation. Lancet. 2012 August 4; 380(9840): 455–457.

http://www.fda.gov/Radiation-EmittingProducts/RadiationEmittingProductsandProcedures/MedicalImaging/MedicalX-Rays/ucm115329.htm

Quão grandes são os riscos de mortalidade da tomografia quando comparado com os riscos do dia a dia?

Em baixas doses de radiação, como no caso de procedimentos radiológicos, a magnitude exata do risco é um tema controverso. Isto porque para doses inferiores a 100 mSv os riscos são muito baixos para serem medidos diretamente.

Assumindo que existe um pequeno aumento no risco de câncer com baixas doses de radiação, recomenda-se manter os níveis de dose tão baixos quanto possível, mantendo-se a qualidade da imagem adequada para o diagnóstico.

O risco associado a um único ou mesmo múltiplos exames de tomografia é mínimo. Diariamente, todos os indíviduos estão expostos a níveis de radiação de fundo, que podem variar entre 3 e 10 mSv/ano, dependendo da região. Nenhum aumento de casos de câncer foi observado nas regiões onde a radiação de fundo é mais elevada. Em tomografia, dependendo do tipo de procedimento, as doses de radiação recebidas pelo paciente podem variar entre 2 a 10 mSv. Em procedimentos especiais, esses valores podem aumentar para 20 a 30 mSv, mas continuam sendo considerados baixos os níveis de radiação. Assim, o risco para um indivíduo exposto à radiação em um exame de tomografia pode ser comparável aos níveis de radiação de fundo. Uma tomografia de cabeça e uma tomografia de tórax corresponderiam, em média, respectivamente a 8 e 36 meses de exposição à radiação de fundo. Em um voo transatlântico, por exemplo, a exposição à radiação corresponderia a 11 dias de exposição à radiação de fundo.

O risco de mortalidade devido a um exame de tomografia é significativamente menor que o risco associado a diversas atividades do dia a dia. Por exemplo, estimou-se que nos EUA, o risco de morrer caminhando na rua é 32 vezes maior que o risco de um exame de TC e o risco de morte dirigindo carro é 240 vezes superior a uma TC. A tabela a seguir apresenta uma comparação de outros tipos de risco do dia-a-dia com a radiação devido a procedimentos de TC.

Mortalidade - TC

 

Derivado de: Fletcher JG, Kofler JM, Coburn JA, Bruining DH, McCollough CH. Perspective on radiation risk in CT imaging. 2012 Jul 27;38(1):22–31.

 

Assuntos Financeiros

Como é feito o pagamento da semestralidade?

O CBR encaminha no início de cada semestre aos associados aspirantes, coligados e titulares, via Correios, o boleto de cobrança referente à semestralidade em questão, informando a data de vencimento. Os associados, ao receberem o boleto, devem efetuar o pagamento no prazo indicado. Qualquer problema com o recebimento deve ser comunicado ao Departamento Financeiro do CBR pelo telefone (11) 3372-4546 ou e-mail radiologia@cbr.org.br. Associados na condição de aperfeiçoandos/residentes, remidos e correspondentes, conforme previsto no Estatuto Social do CBR, estão isentos do pagamento.

Os associados que possuem Débito Direto Automático (DDA) em suas contas bancárias devem ficar atentos, pois o banco disponibilizará o boleto de forma online automaticamente. De acordo com a regra bancária, para que o pagamento seja efetivado, o correntista titular da conta deve autorizar o débito.

O CBR esclarece que o DDA é um acordo firmado entre o correntista e seu banco para qualquer tipo de pagamento. Portanto, o CBR não se responsabiliza por quaisquer problemas no pagamento da semestralidade gerados pelo processo do DDA.

Como regularizar semestralidades em aberto?

Para regularizar as semestralidades em aberto os associados devem entrar em contato com o Departamento Financeirodo CBR pelo telefone (11) 3372-4546 ou e-mail radiologia@cbr.org.br.

Há cobrança de juros quando o pagamento da semestralidade é feito em atraso?

O boleto é aceito até 30 dias após vencimento em qualquer agência do Banco Itaú. Caso ultrapasse esse período, o associado deve entrar em contato com o Departamento Financeiro do CBR pelo telefone (11) 3372-4546 ou e-mail radiologia@cbr.org.br.

Como obter a 2ª via do boleto bancário?

Entrar em contato com o Departamento Financeiro do CBR pelo telefone (11) 3372-4546 ou e-mail radiologia@cbr.org.br

Como solicitar a Declaração de Atualização com as Obrigações Estatutárias?

Entrar em contato com o Departamento Financeiro do CBR pelo e-mail radiologia@cbr.org.br, justificando a razão pela qual a declaração é necessária. A declaração também pode ser feita em inglês, espanhol ou francês.

Meu nome não consta na relação de associados do CBR. O que devo fazer?

Na relação de associados do CBR constam apenas os nomes dos associados em dia com suas obrigações estatutárias (semestralidades). Caso o associado possua semestralidades em aberto, deverá entrar em contato com o Departamento Financeiro do CBR pelo telefone (11) 3372-4546 ou e-mail radiologia@cbr.org.br e regularizar sua situação. Caso tenha efetuado todos os pagamentos e possua os comprovantes bancários, deverá encaminhar ao Departamento Financeiro para verificação e atualização do cadastro.

Para solicitar o desligamento do CBR (deixar de ser associado) é necessário efetuar o pagamento das semestralidades em aberto?

Sim. O associado deve entrar em contato com o Departamento Financeiro do CBR pelo telefone (11) 3372-4546 ou e-mail radiologia@cbr.org.br, efetuar o pagamento das semestralidades em aberto e solicitar seu desligamento oficialmente.

Associados que forem residir no exterior precisam efetuar o pagamento das semestralidades durante o período em que estiverem fora do país?

Não. Durante o período em que o associado residir no exterior, será considerado Membro Correspondente, o que lhe garante o benefício da isenção das semestralidades. Ele não acumulará pagamentos em aberto, porém os benefícios oferecidos pelo Colégio se resumirão apenas ao acesso ao portal do CBR.

Para obter a condição de Membro Correspondente o associado deverá comunicar oficialmente sua mudança de residência para o exterior pelo e-mail radiologia@cbr.org.br. Ao retornar, o associado deverá comunicar oficialmente seu retorno ao Brasil pelo mesmo e-mail.

Assuntos Jurídicos

O CBR possui acervo de caráter jurídico que eu possa acessar?

Sim, o CBR possui Pareceres Jurídicos de interesse da classe radiológica, disponíveis no Espaço do Associado. Caso não encontre resposta à sua pergunta, por favor, não hesite em enviá-la ao endereço radiologia@cbr.org.br.

Preciso fazer uma consulta jurídica ao CBR. Como devo proceder?

Inicialmente, gostaríamos de esclarecer que este é um benefício exclusivo ao Associado CBR. O Colégio coloca à disposição uma equipe jurídica para atender às dúvidas de interesse da classe radiológica.

Por favor, envie seu e-mail para o endereço radiologia@cbr.org.br, a fim de obter resposta expedida por profissionais competentes que avaliarão a situação.

Comunicação

Associados que possuam semestralidades em aberto deixarão de receber as publicações do CBR?

As publicações impressas do CBR – Boletim do CBR e revista Radiologia Brasileira – são gratuitas para associados em dia com suas obrigações estatutárias (semestralidades) e para os serviços de residência/aperfeiçoamento reconhecidos pelo Colégio. Associados com semestralidades em aberto ou não associados terão acesso apenas às versões online do Boletim do CBR e da revista Radiologia Brasileira.

Não associados interessados em receber as publicações impressas pode assiná-las. Clique aqui para saber mais.

Como submeter artigos científicos à revista Radiologia Brasileira?

Acesse o site: www.rb.org.br. Cadastre-se informando o seu e-mail e continue a completar os dados solicitados. Depois, entre no sistema e poste seu artigo na categoria Autor. Aguarde o nosso contato para saber se o seu texto foi deferido ou indeferido para a publicação.

Como realizo o meu primeiro acesso ao conteúdo exclusivo no site do CBR?

Na opção Primeiro Acesso, o associado deve informar seu e-mail, para que possamos verificar sua situação junto ao CBR. Após a verificação, será enviada uma senha provisória que poderá ser trocada futuramente quando desejar. Se seu e-mail não estiver atualizado ou cadastrado no sistema do CBR, o acesso não será permitido. Para evitar transtorno, efetue seu recadastramento, enviando seus dados atuais para radiologia@cbr.org.br.

Como divulgar eventos, cursos e atividades nos veículos de comunicação do CBR?

Para divulgar cursos e eventos nos veículos de comunicação do CBR, é necessário preencher o Formulário para Autorização de Divulgação no CBR e encaminhá-lo para análise e aprovação da Diretoria do CBR.

O formulário deve ser devidamente preenchido e encaminhado através do e-mail radiologia@cbr.org.br ou do fax (11) 3372-4554, confirmando o recebimento do mesmo pelo telefone (11) 3372-4544.

Associados podem publicar artigos de opinião no Boletim do CBR?

Sim. O Boletim do CBR comporta artigos de opinião e também científicos. Para publicar artigos, encaminhe via e-mail o material completo conforme especificado abaixo para o Departamento de Comunicação do CBR (Ver Contato). Os materiais encaminhados em conformidade com o estabelecido serão submetidos à Diretoria para avaliação e aprovação. Regras para publicação:

Texto: máximo de 3.000 (três mil) caracteres, incluindo espaços, em arquivo de Word, com sugestão de título com máximo de 50 (cinquenta) caracteres com espaços.

Fotografia do autor: tipo retrato, com resolução mínima de 300dpi em tamanho 10X15cm, em arquivo JPG.

Prazo: a publicação estará sujeita à aprovação e disponibilidade de espaço.

Como anunciar na seção Classificados do Boletim do CBR e do Portal do CBR?

O Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) disponibiliza em sua revista informativa mensal, o Boletim do CBR, e no Portal do CBR (www.cbr.org.br), um espaço para anúncios classificados de compra e venda, oportunidades e comunicados de roubo/furto.

Para anunciar, é necessário seguir as seguintes regras e procedimentos:

Quem pode anunciar?

  • Associados ao CBR em dia com suas obrigações estatutárias, ou seja, em dia com as semestralidades, poderão anunciar gratuitamente um anúncio a cada 3 (três) meses. A publicação de mais de um anúncio dentro deste período implica no pagamento da Taxa de Inserção de Anúncio, no valor de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais).
  • Os associados que não estiverem em dia com suas obrigações estatutárias deverão realizar o pagamento das semestralidades em aberto junto ao Departamento Financeiro do CBR ou pagar a Taxa de Inserção de Anúncio, no valor de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) por cada anúncio a ser veiculado.
  • Não associados ao CBR que tiverem interesse em anunciar deverão pagar a Taxa de Inserção de Anúncio, no valor de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) por cada anúncio a ser veiculado.
  • A veiculação de anúncios é permitida apenas para profissionais e clínicas da área de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Empresas que fabricam ou comercializam equipamentos, acessórios e/ou insumos interessadas em anunciar deverão entrar em contato com a empresa captadora de inserção publicitária do CBR, MIMK2 Comunicação (mimk@mimk.com.br).

Como deve ser o anúncio?

  • O espaço disponibilizado prevê a veiculação de anúncios classificados de compra e venda de equipamentos e clínicas, oportunidades (vagas de emprego e parcerias) e comunicado de roubo/furto.
  • O tamanho do anúncio é padrão e pode conter, no máximo, 300 caracteres com espaço.
  • O anúncio deve conter o máximo de informações sobre o produto ou serviço e dados para contato. No caso de comunicado de roubo/furto é necessário informar também: marca, modelo, nº de série, procedência e ano de fabricação.
  • O conteúdo expresso no anúncio é de responsabilidade do anunciante.

Por quanto tempo cada anúncio será veiculado?

  • A veiculação do anúncio está sujeita à disponibilidade de espaço e obedecerá a data de solicitação e de confirmação pelo CBR.
  • O espaço disponibilizado prevê a veiculação de cada anúncio durante três (3) meses consecutivos, tanto na revista quanto no site.
  • É permitido modificar o texto do anúncio durante o período de veiculação (três meses).
  • Após o período de três (3) meses, o anunciante poderá solicitar a renovação do anúncio, seguindo as mesmas regras e procedimentos adotados na sua primeira veiculação.

Como anunciar?

  • Os interessados em anunciar deverão entrar em contato com o Departamento Financeiro e checar sua situação em relação às suas obrigações estatutárias (semestralidades).
  • Associados do CBR em dia com suas obrigações estatutárias (semestralidades) deverão entrar em contato com o Departamento de Comunicação e encaminhar o texto do anúncio através dos e-mails: fernanda@cbr.org.br e murilo.castro@cbr.org.br. Para atualização do cadastro, é necessário encaminhar também o nome e endereço completos, CNPJ ou CPF, RG, CRM (se possuir), telefone e e-mail.
  • Não associados ou associados que não estiverem em dia com suas obrigações estatutárias (semestralidades) deverão efetuar o pagamento da Taxa de Inserção de Anúncio, no valor de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) por cada anúncio a ser veiculado.
  • O pagamento deverá ser realizado através de depósito no Banco Itaú, Agência 0646, Conta Corrente 09924-2.
  • Após efetuar o pagamento, o interessado deverá encaminhar o Comprovante de Depósito através do Fax (11) 3285-1690, aos cuidados do Departamento de Comunicação ou pelos e-mails fernanda@cbr.org.br e murilo.castro@cbr.org.br.
  • O texto do anúncio deverá ser encaminhado para o Departamento de Comunicação através dos e-mails: fernanda@cbr.org.br e murilo.castro@cbr.org.br. Para realização do cadastro e confecção do recibo, é necessário encaminhar também o nome e endereço completos, CNPJ ou CPF, RG, CRM (se possuir), telefone e e-mail.
  • Após emissão do recibo, o mesmo será encaminhado ao anunciante via Correios, através de carta com Aviso de Recebimento.

Como contratar anúncios publicitários (inserções publicitárias) no Boletim do CBR?

O CBR disponibiliza em seu informativo mensal, o Boletim do CBR, espaços para anúncios publicitários (inserções publicitárias) que podem ser contratados por empresas, indústrias e demais interessados.

Para anunciar, os interessados devem entrar em contato com a empresa captadora autorizada pelo CBR:

Mimk2 Comunicação
Representante: Miriam Murakami
Telefones: (11) 3214-0279 ou (11) 99655-9003
E-mail: mimk@mimk.com.br

Qual a tiragem do Boletim do CBR?

O Boletim do CBR possui circulação nacional e tiragem aproximada de 10 mil exemplares, distribuídos gratuitamente aos associados e através de assinatura anual aos não associados interessados. Sua penetração nacional permite incomparável alcance e eficiência, o que possibilita ao anunciante o posicionamento de sua marca diante de seu público de interesse em todo o Brasil.

A publicação oferece ainda conteúdo integral totalmente livre através do Portal do CBR (www.cbr.org.br), estimando-se um público de 45mil leitores em todo o país.

PEC Online – Programa de Educação Continuada a Distância

O que é PEC?Programa de Educação Continuada a Distância. Foi lançado no dia 1º de abril de 2010, na versão online, e é mais uma iniciativa do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), que tem como objetivo estimular o desenvolvimento científico e a atualização profissional dos médicos da especialidade.

Quem pode participar do PEC?

O PEC é destinado a estudantes de Medicina, médicos residentes, aperfeiçoandos, com Título de Especialista ou Certificado de Área de Atuação, e demais profissionais da área médica interessados.

Onde ocorrerá o PEC?

O programa é integralmente online. Como as aulas não ocorrem em tempo real, o participante pode assisti-las em dia, hora e local de sua conveniência.

O que devo fazer para participar?

- Associados do CBR com cadastro regular: acessar o perfil de Médicos Associados no portal CBR, entrar na Área Acadêmica/Científica > menu Educação Continuada > e clicar na opção PEC Online.

- Associados CBR com cadastro não regularizado: acessar o perfil de Médicos Associados no portal CBR, entrar na Área Acadêmica/Científica > menu Educação Continuada, e clicar no item PEC online. Clicar sobre o programa desejado e, em seguida, em Comprar módulos.

- Não Associados: acessar o perfil de Médicos não Associados no portal CBR, clicar em Primeiro acesso e preencher o formulário. Em seguida, acessar este perfil com o login e senha fornecidos. Entrar na área Acadêmica/Científica > menu Educação Continuada, e clicar no item PEC online. Clicar sobre o programa desejado e, depois, em Comprar módulos.

Qual o formato do programa?

O programa é organizado em módulos temáticos, compostos por aulas e um bloco de avaliação ao final de cada módulo.

O PEC do CBR oferece certificado?

Sim, será expedido um certificado ao final de cada módulo ao participante que assistir a todas as aulas, responder o bloco de avaliação, e atingir um percentual mínimo de acerto de 75%.

Quantas vezes posso responder o bloco avaliativo?

O bloco de avaliação pode ser respondido por até três (3) vezes, sem qualquer custo adicional.

Qual o custo do PEC?

- Associados do CBR com cadastro regular, residentes e aperfeiçoandos de serviços credenciados pelo CBR: gratuito.

- Demais interessados: entrar em contato através do e-mail radiologia@cbr.org.br.

Quais são as configurações de conexão e do computador necessárias para assistir às aulas?

A conexão com a internet deve ser banda larga de, no mínimo, 100 Kbps.
As configurações mínimas do computador são:
a- MS Windows 7, Vista, XP, 2003 ou 2000, ou Mac OS X
b- Resolução de tela de 800 x 600 pixels (recomendável 1024 x 768)
c- Placa de som compatível com MS Windows ou Mac OS X
d- Placa de vídeo de 24 bits com memória de 32 Megabytes
e- Microsoft Internet Explorer 6.0 SP2, Mozilla Firefox 3.6, Google Chrome 4.0.249.89, Safari 2.0 ou superior
f- Flash player versão 8 ou superior. Se seu sistema é Macintosh, serão necessárias algumas configurações adicionais. Para assistir uma apresentação em um Macintosh OS X, você precisará de um dos seguintes browsers:
- Safari 2.0 ou superior, ou Flash player versão 8 ou superior.

Não tenho acesso à área restrita do site do CBR, o que devo fazer?

Envie nome completo e e-mail para o endereço eletrônico faq@cbr.org.br, solicitando a liberação de acesso à área restrita.

Mais informações sobre o PEC:

(11) 3372-4544 ou faq@cbr.org.br.

Webcast

O que é o Webcast CBR?É um conjunto de aulas em vídeo disponibilizadas online, no portal do CBR. Trata-se de: vídeo do professor + slides sincronizados + som original. O Webcast é mais um lançamento do CBR, sendo que desta vez o Colégio está oferecendo a possibilidade aos associados e demais interessados de acessar as palestras de seu congresso anual. O usuário poderá navegar livremente durante a exibição da aula, podendo, no momento que desejar, avançar ou retroceder os slides, parar, continuar ou ainda voltar ao início da aula. Para cada palestra apresentada será criado um link, facilitando assim a escolha do que assistir de forma rápida e cômoda.

Quais os congressos de radiologia disponíveis através do Webcast CBR?

Estão disponíveis aulas dos Congressos Brasileiros de Radiologia de 2010 e 2011.

Como acessar o Webcast CBR?

As aulas podem ser acessadas livremente pelos associados em dia com suas obrigações estatutárias através do site: www.congressocbronline.com.br.

Quais são os requisitos mínimos para que eu possa ter acesso às aulas?

Você pode acessar as aulas de qualquer computador que possua banda larga.

Essas aulas serão disponibilizadas em CD?

Não, pois o CBR é único e exclusivo titular dos direitos de propriedade intelectual sobre o Webcast CBR, e não autoriza a reprodução, em qualquer meio ou mídia, do conteúdo dos módulos. A infração dos direitos de propriedade intelectual está sujeita às penas previstas na legislação em vigor.

Crachá de Especialista

Quem tem direito ao Crachá de Especialista do CBR?Todos os Membros Titulares e Coligados, sócios com o cadastro regularizado e portadores de um dos seguintes Títulos de Especialista emitidos pelo CBR/AMB:

MN – Medicina Nuclear
RDDI – Radiologia e Diagnóstico por Imagem
RIA – Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia
USGERAL – Ultrassonografia Geral

Ou de Certificados de Área de Atuação:

DO – Densitometria Óssea
EVD – Ecografia Vascular com Doppler
MAMA – Mamografia
NRDT – Neurorradiologia
USGO – Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia

Como faço para solicitar o Crachá de Especialista?

A solicitação do crachá deve ser feita através de formulário próprio que está disponibilizado no site do CBR e somente na parte de Médicos Associados. Acessar a Área Acadêmica/Científica – menu: (Título de Especialista/Certificação) Crachá de Especialista. Importante: só terá direito ao crachá de especialista o médico que for portador de um Título de Especialista ou Certificado de Área de Atuação, que seja sócio e que esteja adimplente com suas semestralidades.

As datas são:

 

DE 01 DE ABRIL A 31 DE MAIO DE 2013

 

Os crachás serão enviados a partir do segundo semestre para o endereço de correspondência do associado. Para isso, solicitamos manter todos os seus dados atualizados junto ao CBR.

Encerrados os prazos acima, novas solicitações somente poderão ser feitas no ano seguinte.

Possuo dois Títulos de Especialista e/ou Certificados de Área de Atuação diferentes, posso solicitar o crachá das duas áreas?

Sim. Os médicos portadores de dois ou mais Títulos de Especialista e/ou Certificados de Área de Atuação em áreas distintas poderão fazer a opção da confecção dos dois crachás no mesmo ano.

Meu crachá quebrou/perdi, como fazer a solicitação de uma 2ª via?

A solicitação da 2ª via do crachá deve ser feita através de formulário próprio que está disponibilizado no site do CBR e somente na parte de Médicos Associados. Acessar a Área Acadêmica/Científica – menu: (Título de Especialista/Certificação) Crachá de Especialista, a partir DE 01 DE ABRIL A 31 DE MAIO DE 2013.

Para esta solicitação, será cobrada uma taxa de confecção de R$ 20,00, que deverá ser paga através de boleto bancário emitido após a finalização do requerimento.

Preciso atualizar meu endereço para o envio do crachá. Como devo proceder?

Os dados a serem atualizados devem ser enviados para o e-mail radiologia@cbr.org.br.

Exames de Suficiência

Obtive a liberação da prova teórica do Exame de Título em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, preciso fazer inscrição, pagar a taxa e enviar os documentos solicitados?Sim, independente da liberação da prova teórica, o médico Residente/Aperfeiçoando deverá efetuar a inscrição no Exame de Suficiência para Obtenção do Título de Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, pagar a taxa e enviar todos os documentos necessários exigidos na Normativa do Exame.

Quando haverá prova específica para médicos formados há mais tempo?

O exame específico, denominado “Categoria Especial”, só é permitido ser realizado pelo CBR quando recebemos autorização da AMB/CFM. Quando autorizado, a divulgação é sempre feita no final do ano para realização no 1º semestre de cada ano.

Qual a data para o próximo Exame de Suficiência do CBR?

O próximo exame de suficiência para obtenção do Título de Especialista e/ou Certificado de Área de Atuação ocorrerá nos dias:

16/06/2013 – 1ª Fase – Prova Teórica

16 a 18/08/2013 – 2ª Fase – Prova Prática

Todas as instruções necessárias estão disponíveis na Normativa Geral de cada área no site do CBR (entrar na seção “T. Especialista/Certificação” > “Normativas 2013″).

As inscrições serão de 1 de março a 1 de abril, através do site do CBR.

Prestei o exame no ano passado e não obtive aprovação. Este ano eu preciso mandar todos os documentos novamente para inscrição?

Sim. Independente de já ter realizado o exame em anos anteriores, o candidato deve mandar toda a documentação novamente e atualizada.

Passei na prova teórica, mas reprovei na prova prática. Devo fazer a 1ª fase esse ano novamente?

Sim. Para todas as áreas, as duas fases (teórica e prática) são eliminatórias.

Fiquei com pendência na prova prática de Radiologia de 2012, gostaria de saber se é necessário fazer nova inscrição e quando será realizada a reavaliação.

A reavaliação será realizada no mesmo dia da 2ª fase da prova deste ano, ou seja, 17/08/2013. Não é necessário fazer inscrição e pagar taxa. A convocação será enviada automaticamente para todos os candidatos com pendências.

Para os exames de suficiência, quais os documentos necessários para a inscrição?

O candidato deverá consultar os documentos necessários na Normativa específica da área desejada.

Gostaria de prestar o exame para duas áreas específicas, existe essa possibilidade?

Não, pois todas as provas, principalmente a teórica, são realizadas no mesmo dia e horário.

Filiação ao CBR

Como faço para me associar ao CBR?Para associar-se ao Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, o interessado deve encaminhar o formulário de filiação e a declaração (disponível no site do CBR, em Associe-se), preenchidos e assinados, e remeter via Correios para a secretaria do CBR, acompanhados dos seguintes documentos:

  • 1 foto 3×4
  • Cópia autenticada da carteira do Conselho Regional de Medicina
  • Curriculum vitae resumido
  • Cópia do Título de Especialista (para Membros Coligados)
  • Declaração de atuação na área assinada por um membro titular do CBR
  • Proposta assinada por dois membros titulares do CBR (obrigatório)

O prazo para análise dos documentos e aprovação pela Comissão de Admissão & Titulação é de 15 a 30 dias, quando o médico receberá uma confirmação de sua nova condição.

Quais são as categorias de associados do CBR?

- Titular: poderá ser membro titular o médico que resida no Brasil, com título de especialista concedido ou reconhecido pelo CBR em qualquer dos seus métodos.

- Coligado: poderá ser membro associado o médico que resida no Brasil, com certificado de área de atuação concedido ou reconhecido pelo CBR ou o médico com título de especialista em outra área que exerça com habitualidade um dos diversos métodos do CBR como atividade secundária comprovada.

- Aspirante: poderá ser membro aspirante o médico que resida no Brasil e que exerça, com exclusividade, um dos diversos métodos do CBR e que preencha as condições estabelecidas pela categoria.

Quais são os benefícios de ser um associado do CBR?

O associado do CBR passa a usufruir de diversos benefícios de caráter Científico, Ensino e Assessoria, dos quais devem ser destacados:

- Gratuidade na Assessoria Jurídica por equipe especializada de advogados;
- Gratuidade no PEC – Programa de Educação Continuada a Distância (online)
- Participação na Associação Brasileira das Clínicas de Diagnóstico por Imagem (ABCDI)
- Recebimento da publicação científica Revista Radiologia Brasileira
- Boletim do CBR (informativo)
- Preços com descontos especiais em todos os eventos oficiais do CBR, bem como na aquisição de livros e apostilas da entidade, entre muitos outros.

Residência Médica e Curso de Aperfeiçoamento

Quais são as Residências Médicas e Cursos de Aperfeiçoamento em Radiologia credenciados pelo MEC/CBR?No site do CBR, está disponível a relação completa de todos os Serviços credenciados e reconhecidos pelo MEC/CBR no Brasil. Para acessá-la, basta entrar na seção Área Acadêmica, no menu Residência/Aperfeiçoamento>Estabelecimentos Credenciados

Como solicitar o credenciamento de Residência Médica e Curso de Aperfeiçoamento para um Serviço de Radiologia?

Para a Residência Médica, a solicitação de credenciamento deverá ser encaminhada diretamente ao MEC..

Para o Curso de Aperfeiçoamento, a solicitação deverá ser encaminhada ao CBR, o qual enviará o formulário específico para o credenciamento.

Após o preenchimento e recebimento desse formulário, a Comissão de Ensino (Cear) irá analisar o processo e realizará a vistoria do Serviço e, em seguida, emitirá um parecer final favorável ou não. Sendo favorável, o Serviço terá autorização para iniciar o treinamento no início do ano seguinte.

Qual é o período para solicitação do Credenciamento do Curso de Aperfeiçoamento?

O período de inscrição para o credenciamento dos Serviços é até o final do 1º semestre (janeiro a junho) e a avaliação da Comissão de Ensino, Aperfeiçoamento e Residência do CBR é feita no 2º semestre (agosto a outubro) do mesmo ano.

Existe um Programa de Treinamento a ser seguido pelas Residências Médicas e Cursos de Aperfeiçoamento?

Sim. Todos os programas de treinamento e normas estão disponibilizados aqui no site do CBR, na seção Residência/Aperfeiçoamento > Estabelecimentos Credenciados.

Como fazer o cadastramento dos Residentes/Aperfeiçoandos?
RESIDENTES/APERFEIÇOANDOS NÍVEL 1

Para realizar o cadastramento, o Residente/Aperfeiçoando (nível 1) deverá acessar o portal do CBR (www.cbr.org.br) e através da área de Médicos Não Associados, clicar em Primeiro Acesso, realizar seu registro no portal e criar sua senha. Logo depois, ele deve acessar novamente o portal e, na mesma área de Médicos Não Associados, digitar seu e-mail e a senha criada; em seguida, acessar:

- Área Acadêmica/Científica
- Residência/Aperfeiçoamento
- Cadastramento Nível 1

Na última opção, ele deverá preencher completamente todos os seus dados pessoais e de treinamento e confirmar seu cadastro. O CBR fará a importação de todos os seus dados cadastrais para o sistema interno e ficará no aguardo da confirmação de seu Coordenador, o qual deverá encaminhar ao CBR, até o dia 30/04/2013, uma Declaração Oficial, informando o nome e o nível de TODOS os Residentes/Aperfeiçoandos que estão em treinamento durante este ano. Essa declaração deverá ser enviada em papel timbrado da instituição, assinado pelo coordenador responsável e com firma reconhecida em cartório.

Durante esse período, seu acesso ao portal do CBR através do perfil de Médicos Associados estará bloqueado. Somente após o recebimento dessa declaração enviada pelo seu coordenador e a devida confirmação pelo CBR, é que ele passará a ser considerado Sócio do CBR na categoria de Membro Residente/Aperfeiçoando, conforme os termos do art. 26, § 1º, do Estatuto Social do CBR (disponível no portal). Após essa confirmação, automaticamente, ele receberá em seu e-mail uma nova senha para acesso à área restrita do site, cujo acesso passará a ocorrer através da área de Médicos Associados, onde vários outros benefícios estarão à disposição, como o PEC, aulas do Congresso, Casos da Semana, etc.

SÓCIOS RESIDENTES/APERFEIÇOANDOS NÍVEIS 2 E 3

Para realizar seu recadastramento, o residente/aperfeiçoando deverá acessar o portal através do perfil de Médicos Associados CBR; em seguida, acessar:

- Área Acadêmica/Científica
- Residência/Aperfeiçoamento
- Recadastramento Nível 2 e 3

Nessa última opção, ele deverá conferir/atualizar todos os seus dados e confirmar seu recadastramento. O CBR fará a importação de todos os seus dados cadastrais para o sistema interno e ficará no aguardo da confirmação de seu Coordenador, o qual deverá encaminhar ao CBR, até o dia 30/04/2013, uma Declaração Oficial, informando o nome e o nível de TODOS os Residentes/Aperfeiçoandos que estão em treinamento durante este ano. Essa declaração deverá ser enviada em papel timbrado da instituição, assinado pelo coordenador responsável e com firma reconhecida em cartório.

Caso o CBR não receba essa declaração confirmando seu treinamento, após o dia 15/05/2013 seu acesso ao portal do CBR através da área de Médicos Associados será bloqueado. Somente após o recebimento da declaração enviada pelo coordenador e a devida confirmação pelo CBR é que seu acesso será reativado.

O cadastramento no início do ano para os Residentes/Aperfeiçoandos vale como inscrição para a Avaliação Anual em dezembro?

Não. No início do ano, o CBR abre o cadastramento Residentes/Aperfeiçoandos para que todos sejam registrados no CBR e passem a receber todos os informativos. No 2º semestre, é aberto o período de inscrição para a Avaliação Anual, na qual o candidato deverá confirmar sua participação e escolher o local da prova.

O período de inscrição para a referida avaliação será de 16/09 a 31/10/2013, através do portal do CBR.

Revalidação do Título de Especialista

A revalidação do Título de Especialista e do Certificado de Área de Atuação é obrigatória?Não, o processo de Revalidação tornou-se opcional devido à publicação, no dia 9 de fevereiro de 2012, da Resolução CFM nº 1.984/2012, revogando a Resolução CFM nº 1.772.

O que é necessário fazer para obtê-la?

Os interessados em participar do processo de Revalidação, deverão:

  • cadastrar-se no site da Comissão Nacional de Acreditação (CNA) – www.cna-cap.org.br;
  • solicitar junto à sua Sociedade de Especialidade o quanto antes a confecção de seu Título de Especialista/Certificado de Área de Atuação;
  • participar de eventos e outras atividades de atualização profissional credenciados pela CNA;
  • a cada cinco (5) anos, realizar nova revalidação.

É importante salientar ainda que o título de especialista ou certificado de área de atuação não perde seu valor. O médico inscrito no processo precisa apenas comprovar que se manteve atualizado após ser aprovado nas provas de obtenção do documento. A AMB entende que desta forma está garantindo o permanente aprendizado médico e a sua atualização científica, visando não só a valorização do profissional, mas o melhor atendimento à população.

Título de Especialista e Certificado de Área de Atuação

Como fazer a solicitação da confecção do Título de Especialista e/ou Certificado de Área de Atuação?A confecção dos Títulos de Especialista e/ou Certificados de Área de Atuação é de competência exclusiva da Associação Médica Brasileira (AMB). Para isso, serão necessários os seguintes procedimentos:

1. Fazer a solicitação por escrito ao CBR, manifestando seu interesse na confecção de seu Título. O e-mail deverá ser enviado para radiologia@cbr.org.br juntamente com o nº de seu CPF, nome completo e a especialidade aprovada.

2. Após o recebimento dessa solicitação pelo CBR, seu e-mail será respondido com as demais instruções para complementação de sua solicitação.

Atenção: O prazo mínimo dado pela AMB para a confecção dos Títulos e Certificados é de 120 dias.

Subcomissão de Aperfeiçoamento e Residência do CBR

O que é SAR?Criada em agosto de 2010, trata-se da Subcomissão de Aperfeiçoamento e Residência do CBR. É coordenada pela Comissão de Ensino, Aperfeiçoamento e Residência Médica.

Quais são as atribuições da SAR?

De acordo com o Capítulo VI, Artigo 12, do Regimento Interno da Comissão de Ensino, Aperfeiçoamento e Residência Médica, são atribuições da Subcomissão de Aperfeiçoamento e Residência:

a) Representar junto ao CBR os alunos de residência médica reconhecidos pelo CNRM e de Cursos de Aperfeiçoamento reconhecidos pelo CBR na área de Radiologia e Diagnóstico por Imagem;
b) Promover e divulgar em todo o país as atividades e eventos do CBR, bem como as vantagens e benefícios de participar da entidade;
c) Incentivar os residentes e aperfeiçoandos a ingressar e participar efetiva e continuamente dos eventos e atividades científicas e associativas do CBR e de suas filiadas regionais, inclusive de congressos, jornadas e assembleias, de acordo com os respectivos estatutos;
d) Atuar como elemento disseminador e multiplicador do conhecimento científico do CBR junto a todos os residentes e aperfeiçoandos do país;
e) Fomentar, em consonância com a Diretoria, a participação dos alunos de residência médica e cursos de aperfeiçoamento na Avaliação Anual de Residentes e Aperfeiçoandos em Radiologia e Diagnóstico por Imagem promovida pelo CBR;
f) Realizar levantamentos regionais sobre o mercado de trabalho futuro e a necessidade de ampliação de locais de treinamento;
g) Desenvolver as atividades que lhe forem delegadas pela Comissão de Ensino, Aperfeiçoamento e Residência Médica;
h) Demais matérias pertinentes às finalidades supra.

Quando serão realizadas as Videoconferências da SAR?

Toda última 3ª feira de cada mês.

Como faço para acessar as Videoconferências da SAR?

O link de acesso às videoconferências da SAR é o seguinte: http://www.telessauderj.uerj.br.

Após acessar, basta preencher os dados solicitados e clicar na opção “Entrar na sala”.
Orientações mais detalhadas podem ser obtidas no site: http://www.rnp.br/conferenciaweb/guia_usuario.html

Curso de Assistência à Vida em Radiologia – AVR

Quem realiza o Curso AVR?

O curso é promovido pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR).

Quais os tópicos abordados durante o curso?

O programa é composto por aulas teórico-práticas, com treinamento para o acesso às vias aéreas (ventilação com máscara e ambú, entubação orotraqueal e cricotireoidostomia), ressuscitação cardiovascular (massagem cardíaca externa, cardioversão elétrica e utilização de drogas durante a parada cardíaca) e orientações em situações onde exista risco de vida iminente (acesso venoso e manipulação do paciente politraumatizado).

Inclui aulas teóricas, apresentando as características dos meios de contraste, indicações, como identificar fatores de risco, discussão de medidas profiláticas, diagnóstico precoce de reações adversas e protocolos de tratamento, peculiaridades pediátricas e responsabilidade médica.

Quem participa do Curso AVR recebe certificado?

Sim. O curso fornece aos aprovados um certificado de suficiência (avaliação pelos monitores durante as aulas práticas e prova escrita – questões básicas) ao final do curso.

Como proceder em caso de reprovação na avaliação prática?

O participante não aprovado na avaliação prática deverá repetir o curso. Caso não obtenha isoladamente a nota mínima na prova escrita, deverá repeti-la em data a ser agendada oportunamente.

Quais as regras para participação no Curso AVR?

a) O curso destina-se a médicos que atuam na área de Radiologia;

b) Cada curso comportará o número máximo de 24 inscritos;

c) Por se tratar de um curso fundamentalmente prático, não será permitido ausentar-se da aula (das 8h00 até o término da discussão que se segue após a prova teórica);

d) Trata-se de curso de imersão onde é avaliada a participação ativa dos inscritos;

e) Os participantes deverão trajar roupas confortáveis, já que nas estações práticas serão solicitados procedimentos como massagem cardíaca;

f) Será considerado desistente o participante que não comparecer ao curso até às 8h00, não sendo permitida a entrada no curso após este horário;

g) Eventuais dúvidas serão resolvidas pelos coordenadores do curso.

Como fazer para se inscrever?

O Curso AVR ocorre durante alguns eventos, entre os quais o Congresso Brasileiro de Radiologia, conforme solicitação dos interessados. Também ocorrem cursos na sede do CBR, em São Paulo.

Como um serviço deverá proceder para a contratação do curso?

A clínica ou hospital deverá encaminhar uma solicitação ao CBR, mencionando três opções de data para a realização do curso (aos sábados), a fim de que seja submetida à avaliação da Diretoria.

Qual o custo para a realização do Curso AVR?

Para informações sobre custos e mais esclarecimentos, os interessados deverão entrar em contato com a secretaria do CBR (radiologia@cbr.org.br).