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Como fazer a emissão do boleto referente a anuidade pelo portal do associado?

Acesse o site ( https://cbr.org.br/) com login (CPF ou e-mail) e senha > selecione a opção “ Anuidades” e a contribuição que está em aberto > clique em “Realizar pagamento” > selecione a opção “Boleto”.
Abrirá a janela para confirmar se é esta anuidade para a qual deseja gerar o boleto > clique em “confirmar”. Abrirá a página do Banco Itaú > selecione a opção de “Boleto bancário” > “Imprimir” > baixe o boleto gerado para ficar salvo no computador. Para pagamento no boleto, a compensação e a liberação dos benefícios acontecerá após 24 horas.

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Como pagar a anuidade via cartão de crédito pelo portal do associado?

Acesse o site ( https://cbr.org.br/) com login (CPF ou e-mail) e senha > selecione a opção “ Anuidades” e a contribuição que está em aberto > clique em “Realizar pagamento” > selecione a opção “Cartão de crédito”.
– Insira os dados do cartão como nº, data de validade, nome, código (se será à vista ou parcelado) > clique em “Selecione”. Aparecerá uma mensagem informando se o pagamento foi aprovado. Após a aprovação os benefícios estarão liberados.

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Pode parcelar o valor da anuidade? Muda o valor se pagar à vista no boleto ou parcelado no cartão?

Pode parcelar em até 6 vezes no cartão de crédito. Não, o valor permanece o mesmo para as duas opções.

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Como solicitar o comprovante que mostre que estou em dia com o CBR?

Acesse o site ( https://cbr.org.br/) com login (CPF ou e-mail) e senha > selecione a opção “ Carta de adimplência” será gerado automaticamente o documento.

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Como alterar a minha senha do portal do associado?

Acesse o site e selecione a opção “Login” > clique em “Esqueceu a senha”> você será direcionado para uma página que solicitará o endereço de e-mail cadastrado > em seguida clique em gerar nova senha > será enviado um e-mail automático com um link para acessar e fazer a alteração.

Caso o passo a passo acima não funcione, entre em contato conosco para que possamos efetuar a alteração da senha por uma senha padrão. Após isso o associado poderá modificar para uma de sua preferência dentro do portal > clique na opção “Alterar senha” inclua a senha padrão atual a nova senha que deseja colocar.

Preciso fazer uma consulta jurídica ao CBR. Como devo proceder?

A consulta jurídica um benefício exclusivo ao Associado quite do Colégio. O CBR coloca à disposição uma equipe jurídica para atender às dúvidas de interesse da classe radiológica.

Para fazer uma consulta jurídica acesse o site do CBR (www.cbr.org.br), do lado inferior esquerdo clique no botão laranja com ícone de conversa, abrirá a caixa fale conosco, clique em consulta Jurídica/Administrativa/Técnica, a fim de obter resposta expedida por profissionais competentes que avaliarão cada situação.

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O CBR possui acervo de caráter jurídico que eu possa acessar?

Sim, o CBR possui a Biblioteca Jurídica que compila conteúdos de Direito Trabalhista, Tributário e Profissional direcionados para a atuação do médico radiologista. Além da biblioteca jurídica, o Colégio oferta a possibilidade de Consulta jurídica para os associados quites por meio de abertura de formulário (https://app.pipefy.com/public/form/7FiJ98ou).

Associados podem publicar artigos de opinião no Boletim do CBR?

Sim. O Boletim do CBR comporta artigos de opinião. Para publicá-los, encaminhe para o endereço de e-mail comunicacao@cbr.org.br o material completo, conforme especificado abaixo. Os materiais encaminhados em conformidade com o estabelecido serão submetidos à Diretoria para avaliação e aprovação.

Regras para publicação:

Texto: máximo de 3.000 (três mil) caracteres, incluindo espaços, em arquivo de Word, com sugestão de título com máximo de 50 (cinquenta) caracteres com espaços.

Fotografia do autor: tipo retrato, com resolução mínima de 300dpi em tamanho 10X15cm, em arquivo JPG.

Prazo: a publicação estará sujeita à aprovação e disponibilidade de espaço.

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Associados que possuam anuidades em aberto deixarão de receber o Boletim CBR?

Não. A edição impressa do Boletim do CBR é gratuita para associados do Colégio, para os serviços de residência/aperfeiçoamento reconhecidos pelo CBR e interessados em receber a publicação.

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Como contratar anúncios publicitários (inserções publicitárias) no Boletim do CBR?

O CBR disponibiliza espaços para anúncios publicitários que podem ser contratados por empresas, indústrias e demais interessados nas edições do Boletim do CBR, no site, no seu congresso anual, entre outros meios.

Para anunciar, os interessados devem entrar em contato com o departamento comercial do CBR: (11) 3372-4544 ou e-mail: comercial@cbr.org.br

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Qual a tiragem do Boletim do CBR?

O Boletim do CBR possui circulação nacional e tiragem de aproximadamente 16 mil exemplares impressos distribuídos gratuitamente. Além disso, é enviado via e-mail para cerca de 20.000 e-mails cadastrados em nosso mailing. Sua penetração nacional permite incomparável alcance e eficiência, o que possibilita ao anunciante o posicionamento de sua marca diante dos médicos radiologistas em todo o País.
As edições do Boletim CBR podem ser acessadas gratuitamente por meio do site do CBR (https://cbr.org.br/boletim-cbr/) e do Aplicativo Biblioteca Digital CBR.

Solicitar a publicação do anúncio

O anúncio deverá ser solicitado por meio do preenchimento do formulário que está disponível abaixo:

Formulário de solicitação

Qual o valor do anúncio?

Associados do CBR e da ABCDI em dia com suas obrigações estatutárias (anuidades) podem anunciar sem custos (limitado a um anúncio por edição/mês; caso deseje publicar mais de um anúncio na mesma edição, deverá pagar o valor descrito abaixo).

Não associados ou associados que não estiverem em dia com suas obrigações estatutárias (anuidades) e não desejarem fazer o acerto deverão efetuar o pagamento da Taxa de Inserção de Anúncio conforme o tempo desejado de veiculação, a saber:

1 mês: R$ 214
2 meses: R$ 321
3 meses: R$ 428

Quem pode anunciar?

A veiculação de anúncios é permitida apenas para profissionais da área de Radiologia e Diagnóstico por Imagem.

Como deve ser o anúncio?

O tamanho do anúncio é padrão e pode conter, no máximo, 300 caracteres com espaços.

O anúncio deve conter o máximo de informações sobre o produto ou serviço e dados para contato. No caso de comunicado de roubo/furto, é necessário informar também: marca, modelo, nº de série, procedência e ano de fabricação.

O conteúdo expresso no anúncio é de responsabilidade do anunciante.

Quando o anúncio será publicado?

O anunciante será informado por e-mail, pois a veiculação do anúncio está sujeita à disponibilidade de espaço e obedecerá a data de solicitação e de confirmação pelo CBR.

No portal, o anúncio será publicado logo após a confirmação pelo CBR. No Boletim, entrará na próxima edição com espaço disponível.

Como divulgar eventos, cursos e atividades nos canais de comunicação do CBR?

O CBR tem uma Política Institucional de Apoio à Divulgação de Eventos. Para solicitar divulgação de cursos e eventos nos canais de comunicação do CBR envie sua solicitação para o endereço de e-mail comunicacao@cbr.org.br. Ele será analisado de acordo com a Política Institucional, podendo ser aprovado ou não para divulgação em nossos canais.

Obtive a liberação da prova teórica do Exame de Título em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, preciso fazer inscrição, pagar a taxa e enviar os documentos solicitados?

Sim, independente da liberação da prova teórica, o médico Residente/Aperfeiçoando deverá efetuar a inscrição no Exame de Suficiência para Obtenção do Título de Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, pagar a taxa e enviar todos os documentos necessários exigidos na Normativa do Exame.

Quando haverá prova específica para médicos formados há mais tempo?

O exame específico, denominado “Categoria Especial”, só é permitido ser realizado pelo CBR quando recebemos autorização da AMB/CFM. Quando autorizado, a divulgação é habitualmente feita no final do ano para realização no 1º semestre de cada ano.

Qual a data para o próximo Exame de Suficiência do CBR?

Acompanhe em nosso site e nas mídias sociais a divulgação de novas datas.

Prestei o exame no ano passado e não obtive aprovação. Este ano eu preciso mandar todos os documentos novamente para inscrição?

Não necessariamente. O sistema de inscrição está habilitado para recuperar o documento enviado na inscrição anterior. Caso isso não aconteça, basta fazer o upload do mesmo documento utilizado. Caso queira substituir o arquivo, basta selecionar a opção “Substituir” no momento da inscrição.

Os documentos precisam ser autenticados?
Não, não pedimos mais cópias autenticadas de nenhum documento. Eles podem digitalizar a via original dos documentos e enviar. Somente as declarações de treinamento precisam estar com firma reconhecida em cartório das assinaturas dos declarantes.

Qual CRM devo mandar?
Pode ser a cópia da Carteira Profissional de Médico (página que consta registro e a foto) ou da carteirinha do CRM (tipo RG).

Meu CRM está em processo de transferência de estado ou foi roubado. Como proceder?
O candidato pode enviar um protocolo de transferência emitido pelo CRM local ou protocolo de solicitação de 2ª via.

Passei na prova teórica, mas reprovei na prova prática. Devo fazer a 1ª fase esse ano novamente?

Sim. Para todas as áreas, todas as etapas são eliminatórias.

Para os exames de suficiência, quais os documentos necessários para a inscrição e qual o formato?

É importante nesse caso, consultar a normativa específica da área de interesse uma vez que cada especialidade tem sua documentação específica. Todos os documentos devem ser enviados obrigatoriamente via Sistema de Inscrição de forma digitalizada.

Gostaria de prestar o exame para duas áreas específicas, existe essa possibilidade?

Não, pois todas as provas, principalmente a teórica, são realizadas no mesmo dia e horário.

Há alguma recomendação para estudo?
No final da Normativa de cada especialidade, consta uma recomendação de bibliografia para estudo.

O CBR fornece provas anteriores para estudar?
Sim, no site do CBR, no menu Admissão e Titulação > Prova Título de Especialista > Provas anteriores, está disponibilizado provas e gabaritos somente a partir de 2016. Antes disso, as provas não eram entregues e não podem ser publicadas.

Como faço para me associar ao CBR?

Para associar-se ao Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), o interessado deve clicar no link “Associe-se”, localizado no topo da página, inserir CPF e e-mail e depois preencher o formulário eletrônico de filiação. É importante ficar atento aos seguintes documentos:

  • Cópia autenticada da carteira do Conselho Regional de Medicina
  • Cópia do Título de Especialista (para Membros Coligados)
  • Declaração de atuação na área assinada por um membro titular do CBR
  • Proposta assinada por dois membros titulares do CBR

    O prazo para análise dos documentos e aprovação pela Comissão de Admissão & Titulação é de 15 a 30 dias, quando o médico receberá uma confirmação de sua nova condição.

Quais são as categorias de associados do CBR?

Titulares: médicos com Título de Especialista concedido ou reconhecido pelo CBR e que exercem com exclusividade um ou mais métodos do Colégio.

Coligados: médicos com Certificado de Área de Atuação concedido ou reconhecido pelo CBR que exercem um dos métodos do Colégio como atividade secundária ou que tenha concluído a residência em Radiologia Ministério MEC/Conselho Nacional de Residência Médica (CNRM) ou curso de aperfeiçoamento em vaga credenciada pelo CBR.
Afiliado: Poderá ser associado Afiliado o médico que não detenha título de especialidade ou certificado de área de atuação, concedido e reconhecido pela AMB/CBR, mas que tenha afinidade com quaisquer dessas áreas.

Correspondentes: médicos que residem no exterior e exercem um dos métodos do CBR.

Residentes ou aperfeiçoandos: médicos inscritos em residência reconhecida pelo Ministério da Educação ou curso de aperfeiçoamento credenciado pelo CBR.
Estudantes: O estudante de Medicina que tem interesse e afinidade com os métodos de Diagnóstico por Imagem.
Há, ainda, membros honorários, beneméritos e pessoas jurídicas.

Quais são os benefícios de ser um associado do CBR?

O associado do CBR passa a usufruir de diversos benefícios de caráter Científico, Ensino e Assessoria, dos quais devem ser destacados:

– E-books Elsevier com selo Amirsys: Versões eletrônicas de 19 livros que abordam as diversas subespecialidades radiológicas e escritas por grandes nomes da Radiologia mundial
– Workplace: Ferramenta para compartilhar conhecimentos e fazer novos contatos
– Programa de Educação Continuada (PEC): Aulas online gratuitas
– Clube de Benefícios: Desconto na Qualicorp, Fast Shop; na área de educação,  FIA Business School e Pece; e nas seguradoras Porto Seguro, Itaú e Azul
– Descontos na compra de livros (Série CBR e BI-RADS®), em cursos, Congresso Brasileiro de Radiologia e outros eventos
– Acesso ao AJR e demais conteúdos da ARRS
– Assessoria jurídica especializada gratuita
– App Biblioteca Digital CBR para leitura das publicações em smartphones e tablets
– Boletim e Radiologia Brasileira 

O que é PEC?

Programa de Educação Continuada a Distância. Foi lançado no dia 1º de abril de 2010, na versão online, e é mais uma iniciativa do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), que tem como objetivo estimular o desenvolvimento científico e a atualização profissional dos médicos da especialidade.

Quem pode participar do PEC?

O PEC é destinado a estudantes de Medicina, médicos residentes, aperfeiçoandos, com Título de Especialista ou Certificado de Área de Atuação, e demais profissionais da área médica interessados.

Onde ocorrerá o PEC?

O programa é integralmente online. Como as aulas não ocorrem em tempo real, o participante pode assisti-las em dia, hora e local de sua conveniência.

O que devo fazer para participar?

– Associados do CBR com cadastro regular: acessar o perfil de Médicos Associados no portal CBR, entrar na Área Acadêmica/Científica > menu Educação Continuada > e clicar na opção PEC Online.

– Associados CBR com cadastro não regularizado: acessar o perfil de Médicos Associados no portal CBR, entrar na Área Acadêmica/Científica > menu Educação Continuada, e clicar no item PEC online. Clicar sobre o programa desejado e, em seguida, em Comprar módulos.

– Não Associados: acessar o perfil Educação e Titulação > PEC Online no portal CBR. Clicar sobre o programa desejado e, depois, em Comprar módulos.

Qual o formato do programa?

O programa é organizado em módulos temáticos, compostos por aulas e um bloco de avaliação ao final de cada módulo.

O PEC do CBR oferece certificado?

Sim, será expedido um certificado ao final de cada módulo ao participante que assistir a todas as aulas, responder o bloco de avaliação, e atingir um percentual mínimo de acerto de 75%.

Quantas vezes posso responder o bloco avaliativo?

O bloco de avaliação pode ser respondido por até três (3) vezes, sem qualquer custo adicional.

Qual o custo do PEC?

– Associados do CBR com cadastro regular, residentes e aperfeiçoandos de serviços credenciados pelo CBR: gratuito.

– Demais interessados: entrar em contato através do e-mail radiologia@cbr.org.br.

Quais são as configurações de conexão e do computador necessárias para assistir às aulas?

A conexão com a internet deve ser banda larga de, no mínimo, 100 Kbps.
As configurações mínimas do computador são:
a- MS Windows 7, Vista, XP, 2003 ou 2000, ou Mac OS X
b- Resolução de tela de 800 x 600 pixels (recomendável 1024 x 768)
c- Placa de som compatível com MS Windows ou Mac OS X
d- Placa de vídeo de 24 bits com memória de 32 Megabytes
e- Microsoft Internet Explorer 6.0 SP2, Mozilla Firefox 3.6, Google Chrome 4.0.249.89, Safari 2.0 ou superior
f- Flash player versão 8 ou superior. Se seu sistema é Macintosh, serão necessárias algumas configurações adicionais.
Para assistir uma apresentação em um Macintosh OS X, você precisará de um dos seguintes browsers:
– Safari 2.0 ou superior, ou Flash player versão 8 ou superior.

Mais informações sobre o PEC:

(11) 3372-4544 ou radiologia@cbr.org.br.

A radiação derivada de aparelhos médicos aumenta a incidência de câncer na população?

Atualmente, não há evidências científicas conclusivas de que exista uma relação entre o aumento da probabilidade de desenvolvimento de um câncer e a aplicação de radiações ionizantes em procedimentos diagnósticos de baixas doses. No entanto, alguns estudos, baseados em estatísticas limitadas, sugerem que os niveis de radiação aplicados em procedimentos de tomografia computadorizada podem aumentar ligeiramente o risco de desenvolver um câncer radioinduzido no futuro, particularmente em pacientes pediátricos.

Existe um consenso de que o benefício de obter um diagnóstico com precisão, o qual permita definir a conduta clínica mais adequada para o tratamento do paciente, supera em muito os riscos potenciais desta técnica radiológica.

Para maximizar os benefícios das aplicações da radiação em diagnóstico, os procedimentos devem ser bem justificados e otimizados. Em um exame radiológico, deve-se empregar a menor dose possível ao paciente, mantendo a qualidade de imagem requerida para o diagnóstico.

Risks from CT scans – what do recent studies tell us? J. Radiol. Prot. 34 (2014) E1–E5
UNSCEAR 2013: Effects of Radiation Exposure of Children
NCRP Report 171 (2012): Uncertainties in the Estimation of Radiation Risks
Radiol Clin North Am. 2009 January ; 47(1): 27–40. doi:10.1016/j.rcl.2008.10.006.
Mayo Clin Proc. • December 2010;85(12):1142-1146 www.mayoclinicproceedings.com
Cynthia H. McCollough1. The Role of the Medical Physicist in Managing Radiation Dose and
Communicating Risk in CT. AJR 2016; 206:1241–1244.

A radiação derivada de aparelhos médicos aumenta a incidência de câncer na população?

Não há um limite máximo estabelecido para o número de exames de tomografia computadorizada que um indivíduo pode se submeter, desde que exista uma indicação clínica bem fundamentada, com protocolos devidamente otimizados. Exames prévios e técnicas alternativas de imagem devem ser considerados antes de realizar outra tomografia. Especial atenção deve ser dedicada a pacientes pediátricos, que apresentam maior radiosensibilidade que os adultos.

Como a dose de radiação da tomografia computadorizada (TC) se compara com outros métodos, como raios X e cintilografia?

As doses de radiação da TC para o paciente são mais altas que outros procedimentos radiológicos. Atualmente, a dose de radiação associada a um procedimento de TC de rotina varia de 1 a 14 mSv dependendo do exame, sendo comparável à dose anual recebida a partir de fontes naturais de radiação, tais como o radônio e a radiação cósmica (1-10 mSv), dependendo de onde a pessoa vive. Assim, o risco para um indivíduo exposto à radiação em um exame de tomografia seria comparável aos níveis de radiação ambiental.

A dose efetiva de uma tomografia pode variar entre 50 e 400 vezes à dose de uma radiografia de tórax, dependendo dos parâmetros técnicos utilizados.

No entanto, é preciso considerar também as doses absorvidas em órgãos, em especial os mais radiosensíveis, como o cristalino, a tireoide e as gônadas. É recomendável, portanto, proteger estes órgãos com blindagens, quando possível, ou reduzir os fatores de exposição.

No caso da medicina nuclear, em procedimentos de cintilografia, os valores variam entre 1,2 mSv e 23 mSv, dependendo do estudo. Estes valores de dose efetiva são comparáveis aos observados em procedimentos de tomografia. Nas tabelas 1 e 2 são apresentados os valores de dose efetiva para diferentes procedimentos em medicina nuclear e tomografia computadorizada respectivamente.

Tabela 1: Doses efetivas médias em exames de medicina nuclear

ProcedimentoDose efetiva (mSv)
Cintilografia óssea com MDP-Tecnécio-99m3,6
Cintilografia do miocárdio MIBI-Tecnécio-99m4,2
Cintilografia renal DMSA-Tecnécio-99m2,5
Perfusão pulmonar MAA-Tecnécio-99m1,2
Cintilografia do miocárdio cloreto de tálio-20123
Paratireoide cloreto de tálio18
Cintilografia da tireoide iodeto de sódio (I-123)3,4
International Atomic Energy Agency – Basic Safety Standards – BSS115
International Commission on Radiological Protection – Publications ICRP 53, ICRP80 e ICRP106

Tabela 2: Doses efetivas médias em exames de TC

Exames de TCDose efetiva média(mSv)Número equivalente de radiografias de tórax PA (0,02 mSv cada)
Cabeça2100
Pescoço3150
Contagem de cálcio3150
Angiografia pulmonar5,2260
Coluna6300
Tórax8400
Angiografia coronária8.7435
Abdome10500
Pélvis10500
Colonoscopia virtual10500
Tórax (embolismo pulmonar)15750

Fonte: (https://rpop.iaea.org/RPOP/RPoP/Content/InformationFor/Patientspatient-information-computed-tomography/index.htm) radiol Clin North Am, 2009; 47 (1): 27-40.
Effective doses in Radiology and diagnostic nuclear medicine: A catalog, Radiology 248 1 (2008) 254-263.
Radiation exposure in multi-slice versus single-slice spiral CT: Results of a nationwide survey, Eur. Radiol. 13 (2003)1979-1991.
Revised radiation doses for typical x-ray examinations, Br. J Radiol. 70 833 (1997) 437-439.
Radiation dose and cancer risk estimates in 16-slice computed tomography coronary angiography. J. Nucl. Cardiol. 15 2 (2008) 232-240.

A ressonância magnética e a ultrassonografia são isentas de radiação?

Ambas as técnicas não utilizam raios X para obtenção de imagens. Não há dados científicos que indiquem que a ressonância magnética e a ultrassonografia estejam associadas a qualquer risco de câncer.

Existe como saber qual a dose de radiação em um exame de tomografia? Qualquer pessoa pode ter acesso a esta informação?

Sim, todos os tomógrafos fornecem dois descriptores de dose: Volume Computed Tomography Dose Index (CTDIvol) ou CTDI volumétrico e Dose Length Product (DLP) ou produto dose e comprimento. No entanto, estas grandezas devem ser utilizadas apenas como uma estimativa da dose no procedimento. Como são obtidas a partir de fantomas (16 e 32 cm), estas grandezas não representam as características de cada paciente e, portanto, não podem ser consideradas como as doses recebidas pelo paciente, especialmente em Pediatria.

Para obter uma estimativa mais precisa de acordo com a região anatômica específica de um paciente, foi desenvolvida uma metodologia que inclui fatores de correção, considerando as dimensões do mesmo. O método para esta análise encontra-se na seguinte publicação:

Size Specific Dose Estimation (SSDE) in Pediatric and Adult body CT Examination– American Association of Physicists in Medicine report of task group 204 (2011)

Existem maneiras de se reduzir ou controlar a dose de radiação de um exame de tomografia?

Sim, é possível reduzir as doses de radiação sem comprometer a qualidade da imagem para o diagnóstico. Inicialmente, deve-se garantir que o exame foi devidamente justificado e que técnicas alternativas como a ultrassonografia e a ressonância magnética foram consideradas. Deve-se assegurar o melhor balanço entre a qualidade de imagem e a dose de radiação, adotando as seguintes estratégias de otimização:

– Ajustar os protocolos para grupos de pacientes considerando a faixa etária, biotipo, sexo e indicação clínica;
– Reduzir o número de fases de varreduras, utilizando apenas as necessárias (exames com contraste intravenoso);
– Evitar repetição de exames desnecessários;
– Utilizar sempre que possível o controle automático de dose;
– Reduzir o mAs tanto quanto possível, considerando o nível de ruído aceitável para o diagnóstico;
– Limitar o comprimento de varredura, restringindo o mesmo para a região de interesse;
– Utilizar dispositivos de imobilização e blindagem para os órgãos sensíveis quando possível;
– Evitar a utilização de pitch baixos;
– Utilizar métodos de reconstrução interativos;
– Recomenda-se comparar os valores de CTDIvol e de DLP da instituição para uma amostra definida de pacientes com os níveis de referência internacionais estabelecidos.

Níveis de referência em diagnóstico (NRD) e Doses alcançáveis (DA) para TC adulto e pediátrico em CTDIvol

ProcedimentoDimensão lateral do pacienteDiâmetro do fantoma (cm)CTDIvolNRD (mGy)CTDIvolAD(mGy)
Cabeça – (adulto)16167557
Abdome-pélvis (adulto)38322517
Tórax (adulto)35322114
Cabeça(pediátrico – 5 anos)15164031
Abdome(pediátrico – 5 anos)20162014

Fonte: ACR–AAPM Practice Parameter for Diagnostic Reference Levels and Achievable Doses In Medical X-Ray Imaging (August 21, 2015)

Pacientes grávidas podem fazer tomografia?

Os exames de tomografia em pacientes grávidas não são proibidos, mas é necessário haver uma indicação clínica precisa para a realização deles. Técnicas de diagnóstico alternativas que não utilizem radiação ionizante devem ser consideradas. No entanto, se o exame de tomografia está devidamente justificado, todos os esforços precisam ser feitos para otimizar o procedimento, minimizando a exposição do feto.

Há uma preocupação especial em realizar o exame de uma mulher grávida devido ao risco da exposição do feto à radiação ionizante, particularmente no primeiro trimestre de gestação. Os efeitos potenciais da radiação ao feto incluem: morte embrionária, neonatal ou fetal, má formação congênita e alterações funcionais como o retardo mental, redução do quociente de inteligência e câncer na infância. O risco está relacionado à taxa de dose e dose total de radiação recebida pelo feto e a etapa de desenvolvimento no momento da exposição.
Os exames que requerem a exposição direta do feto ao feixe primário, como os exames da região abdominal, são os que merecem maior atenção e cuidado. Para exames em regiões afastadas da área fetal, a radiação espalhada recebida pelo feto será muito pequena, desde que o procedimento seja conduzido adequadamente.

Antes do exame, o radiologista deve discutir a indicação com o médico solicitante avaliando os riscos e benefícios do procedimento. Um físico ou um profissional qualificado necessita estimar a dose absorvida pelo feto. Os parâmetros de técnica precisam ser otimizados e os fatores de técnica registrados. Deve-se evitar a exposição desnecessária do abdome e da pélvis, limitando ao máximo a região a ser exposta, utilizando uma colimação precisa, fase única e, se possível, protetores pélvicos. A dose fetal precisa ser reduzida ao estritamente necessário para obtenção do diagnóstico. Todos os meios de contraste necessitam ser utilizados com precaução. A repetição de exame deve ser evitada.

É importante ressaltar que em procedimentos devidamente otimizados as doses recebidas pelo feto são muito inferiores a 100 mGy, que corresponde ao limiar estabelecido em recomendações internacionais. Desta forma, os procedimentos não deverão estar associados a um aumento de anomalias ou de morte fetal.

Radiation Exposure and Pregnancy: When Should We Be Concerned? RadioGraphics 2007; 27:909–918
Imaging in Pregnant Patients: Examination Appropriateness. RadioGraphics 2010; 30:1215–1233 •
Report No. 174 – Preconception and Prenatal Radiation Exposure: Health Effects and Protective Guidance (2013)

A New Pregnancy Policy for a New Era. Pregnancy and Medical Radiation. ICRP Publication 84. Ann. ICRP 30 (1), 2000

É seguro realizar tomografia em crianças?

Quando realizada adequadamente, os benefícios de uma tomografia computadorizada excedem em muito os riscos. A TC pode fornecer informações detalhadas para diagnosticar, planejar o tratamento e avaliar as condições clínicas do paciente. Além disso, pode eliminar a necessidade de uma cirurgia exploratória.

O risco de câncer em crianças devido à exposição à radiação é aproximadamente duas a três vezes maior do que em adultos, porque pacientes pediátricos têm uma expectativa de vida mais longa e os seus órgãos são mais sensíveis à radiação. Para os recém-nascidos, o risco de indução de câncer é essencialmente o mesmo que no segundo e terceiro trimestre de gravidez. Por isso, é fundamental que o exame seja otimizado para obter o diagnóstico.

Os protocolos pediátricos, com parâmetros de exposição especificamente estabelecidos, devem ser utilizados, bem como sistemas de modulação de corrente e técnicas de baixo-kV. Como consenso internacional, o exame precisa ser realizado em apenas uma fase, evitando, quando possível, a fase pré-contraste.

www.imagegently.org
UNSCEAR 2013: Effects of Radiation Exposure of Children

Existe risco relacionado à radiação ao se acompanhar um paciente na sala de exame de tomografia?

O risco de se acompanhar um paciente em um exame de tomografia é muito baixo. No entanto, qualquer exposição à radiação deve ser evitada. A permanência de um acompanhante na sala durante o procedimento somente deve ser autorizada quando for estritamente necessária para a realização do exame. Quando a presença do acompanhante for indispensável, todas as medidas de proteção radiológica devem ser adotadas de forma a minimizar a sua exposição à radiação. Recomenda-se que o acompanhante, pais ou familiares, utilizem o avental plumbífero e o protetor de tireoide durante o procedimento. O técnico deve ser avisado se houver possibilidade da acompanhante estar grávida para evitar sua exposição.

Como se compara a radiação da radioterapia à tomografia computadorizada? Elas se somam?

A radioterapia utiliza raios X, raios gama e outros tipos de radiações para tratar o câncer e outras doenças. A energia de radiação depositada no tecido é utilizada para destruir as células do tumor. As doses de radiação aplicadas ao tumor são milhares de vezes maiores do que as doses recebidas pelos pacientes submetidos a exames de raios X de diagnóstico. Enquanto as doses em radioterapia são da ordem de Gy (unidade de dose absorvida), em tomografia as doses absorvidas em órgão são na ordem de mGy, ou seja, mil vezes menores.

Quando a radioterapia e a tomografia são realizadas as doses efetivas recebidas podem ser somadas aplicando-se a devida metodologia de cálculo. As grandezas e unidades envolvidas em cada procedimento devem ser cuidadosamente verificadas para poder calcular corretamente a dose recebida pelo paciente.

Como me certificar que a clínica em que estou realizando os exames toma os devidos cuidados de proteção radiológica?

Para se certificar que o serviço de radiologia cumpre com os requisitos de proteção radiológica, recomenda-se verificar se:

a) A instalação possui alvará de funcionamento das autoridades sanitárias
Para obtenção do alvará, o serviço deve atender requisitos de proteção radiológica estabelecidos na legislação vigente do Ministério da Saúde.

b) A instalação dispõe de Selo da Qualidade em Tomografia Computadorizada do Colégio Brasileiro de Radiologia
Para obtenção do selo da qualidade, a instalação passa por uma avaliação do comitê de tomografia, composta por um grupo de radiologistas e um físico. Neste processo de avaliação são observados os seguintes requisitos: a) qualificação dos profissionais do serviço; b) avaliação da qualidade da imagem: o grupo de radiologistas da comissão analisa imagens de tomografia de diferentes procedimentos que são fornecidas pelo serviço e os respectivos laudos; c) critérios de proteção radiológica, que incluem as doses de radiação, são observados pelo físico da comissão.
Além disso, em 2015 o CBR iniciou a implantação de um programa de acreditação (PADI) para clinicas de diagnostico por imagem, o qual inclui auditoria dos serviços de tomografia.

c) Existe no serviço um programa de proteção radiológica
Recomenda-se que o paciente ou o responsável verifique junto ao serviço quais as medidas de proteção radiológica são adotadas para o paciente, como: se existem protocolos específicos para pediatria e quais as medidas adotadas pelo serviço para a otimização dos exames.

A radiação da bomba atômica é a mesma da tomografia computadorizada?

Há muitas diferenças entre a exposição de um indivíduo à radiação em um procedimento de TC e uma exposição à radiação de uma bomba atômica. A exposição em tomografia envolve apenas uma região específica do corpo, enquanto que, com a explosão da bomba, além da exposição ser de corpo inteiro, houve ainda a contaminação interna (partículas radioativas foram inaladas, ingeridas e depositadas no corpo). Na tomografia, fatores de técnica são devidamente selecionados de forma a ministrar a menor dose de radiação possível para o paciente sem prejudicar a imagem radiológica. No caso da bomba atômica, o nível de radiação recebido por cada indivíduo variou de acordo com a sua posição em relação ao epicentro sem nenhum controle.

Deve-se observar que a explosão da bomba atômica resultou em uma radiação inicial (emissão de raios gama e nêutrons) e de uma radiação residual (emissão de raios gama e beta). Entre 150 mil e 200 mil pessoas morreram durante as explosões e nos meses que se seguiram. A maioria dos indivíduos, dentro de um quilômetro dos bombardeios, morreu de envenenamento por radiação aguda, queda de detritos ou incêndios que eclodiram no rescaldo do ataque.

No entanto, cerca de 25 mil sobreviventes da bomba atômica foram expostos a doses relativamente baixas de radiação, comparáveis entre um e três tomografias, e não apresentaram aumento significativo no risco de câncer. O número de casos de câncer que se desenvolveram durante o resto de suas vidas não é, no entanto, grande o suficiente para fornecer a estatística necessária para prever com segurança o risco de câncer associado à tomografia computadorizada na população em geral hoje.

Frente aos dados de radiação presentes na literatura, ainda não existe um consenso quanto ao risco de desenvolver câncer devido às pequenas doses de radiação da tomografia.

Mesmo os grupos que acreditam que exista o risco aumentado, este seria muito pequeno quando comparado à possibilidade de uma pessoa desenvolver câncer por causas naturais. O FDA (Food and Drug Administration – órgão governamental americano), concluiu que 10 mSv (dose aproximada de uma tomografia de abdome) aumentaria o risco de morte por câncer em 0,05 %. Considerando que a incidência natural de morte por câncer em qualquer pessoa nos EUA é de 20% (cerca de 400 vezes maior), uma única tomografia aumentaria o risco de desenvolver um tumor fatal do paciente médio para 20,05%. No importante, deve-se ressaltar que não há um consenso sobre estes valores de risco.

Beyond the Bombs: Cancer Risks from Low-Dose Medical Radiation. Lancet. 2012 August 4; 380(9840): 455–457.
http://www.fda.gov/Radiation-EmittingProducts/RadiationEmittingProductsandProcedures/MedicalImaging/MedicalX-Rays/ucm115329.htm

Quão grandes são os riscos de mortalidade da tomografia quando comparado com os riscos do dia a dia?

Em baixas doses de radiação, como no caso de procedimentos radiológicos, a magnitude exata do risco é um tema controverso. Isto porque para doses inferiores a 100 mSv os riscos são muito baixos para serem medidos diretamente.

Assumindo que existe um pequeno aumento no risco de câncer com baixas doses de radiação, recomenda-se manter os níveis de dose tão baixos quanto possível, mantendo-se a qualidade da imagem adequada para o diagnóstico.

O risco associado a um único ou mesmo múltiplos exames de tomografia é mínimo. Diariamente, todos os indíviduos estão expostos a níveis de radiação de fundo, que podem variar entre 3 e 10 mSv/ano, dependendo da região. Nenhum aumento de casos de câncer foi observado nas regiões onde a radiação de fundo é mais elevada. Em tomografia, dependendo do tipo de procedimento, as doses de radiação recebidas pelo paciente podem variar entre 2 a 10 mSv. Em procedimentos especiais, esses valores podem aumentar para 20 a 30 mSv, mas continuam sendo considerados baixos os níveis de radiação. Assim, o risco para um indivíduo exposto à radiação em um exame de tomografia pode ser comparável aos níveis de radiação de fundo. Uma tomografia de cabeça e uma tomografia de tórax corresponderiam, em média, respectivamente a 8 e 36 meses de exposição à radiação de fundo. Em um voo transatlântico, por exemplo, a exposição à radiação corresponderia a 11 dias de exposição à radiação de fundo.

O risco de mortalidade devido a um exame de tomografia é significativamente menor que o risco associado a diversas atividades do dia a dia. Por exemplo, estimou-se que nos EUA, o risco de morrer caminhando na rua é 32 vezes maior que o risco de um exame de TC e o risco de morte dirigindo carro é 240 vezes superior a uma TC. A tabela a seguir apresenta uma comparação de outros tipos de risco do dia-a-dia com a radiação devido a procedimentos de TC.

Derivado de: Fletcher JG, Kofler JM, Coburn JA, Bruining DH, McCollough CH.
Perspective on radiation risk in CT imaging. 2012 Jul 27;38(1):22–31.

Quais são as Residências Médicas e Cursos de Aperfeiçoamento em Radiologia credenciados pelo MEC/CBR? 

No site do CBR, está disponível a relação completa de todos os Serviços credenciados e reconhecidos pelo MEC/CBR no Brasil. Para acessá-la, basta entrar na seção Admissão e Titulação, no menu Residência/Aperfeiçoamento > Credenciamento de Serviços de Treinamento > Serviços Credenciados

Como solicitar o credenciamento de Residência Médica e Curso de Aperfeiçoamento para um Serviço de Radiologia?

Para a Residência Médica, a solicitação de credenciamento deverá ser encaminhada diretamente ao MEC.

Para o Curso de Aperfeiçoamento, a Comissão de Ensino, Aperfeiçoamento e Residência Médica do CBR informa que desde 2018 estão cancelados os novos credenciamentos e/ou o aumento de vagas de programas de treinamento em Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Isto se deve ao início do processo de revisão dos modelos de treinamento em RDDI, do relacionamento com a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) e com os programas de residência do MEC.

Neste momento, recomendamos aos interessados em estabelecer programas de treinamento em RDDI que procurem o credenciamento junto ao MEC.

Permanecem disponíveis os credenciamentos para programas de treinamento em Ultrassonografia e de Fellowship/Nível 4 ou 5. Para estes, a solicitação deverá ser encaminhada via Portal CEAR, através do endereço https://cear.cbr.org.br/Login > Pedidos de credenciamento.

Após o preenchimento e recebimento desta solicitação, a Comissão de Ensino (CEAR) irá analisar o processo e realizará a vistoria do serviço. Em seguida, emitirá um parecer final favorável ou não. Sendo favorável, o Serviço terá autorização para iniciar o treinamento no início do ano seguinte.

Qual é o período para solicitação do Credenciamento do Curso de Aperfeiçoamento?

O período de inscrição para o credenciamento dos Serviços de Ultrassonografia e de Fellowship/Nível 4 ou 5 é até o final do 1º semestre (janeiro a junho) e a avaliação da Comissão de Ensino, Aperfeiçoamento e Residência do CBR é feita no 2º semestre (agosto a outubro) do mesmo ano.

Existe um Programa de Treinamento a ser seguido pelas Residências Médicas e Cursos de Aperfeiçoamento?

Sim. Todos os programas de treinamento e normas estão disponibilizados aqui no site do CBR, na seção Admissão e Titulação > Residência/Aperfeiçoamento > Credenciamento de serviços de treinamento.

Como fazer o cadastramento dos Residentes/Aperfeiçoandos?

RESIDENTES/APERFEIÇOANDOS NÍVEL 1

Para realizar o cadastramento, o Residente/Aperfeiçoando (nível 1) o aluno deverá acessar o portal do CBR e realizar seu cadastro através da seção Admissão e Titulação > Residência/Aperfeiçoamento > Cadastramentos.

O CBR fará a importação de todos os dados cadastrais para o sistema interno e ficará no aguardo da confirmação do Coordenador da instituição referida, o qual deverá confirmar o vínculo do aluno através do portal CEAR para que o cadastro seja efetivado. https://cear.cbr.org.br/.

Durante esse período, o acesso do aluno ao portal do CBR através do Espaço do Associado estará bloqueado. Somente após a confirmação realizada pelo Coordenador da instituição referida e a devida confirmação pelo CBR, é que o aluno passará a ser considerado Sócio do CBR na categoria de Membro Residente/Aperfeiçoando, conforme os termos do art. 26, § 1º, do Estatuto Social do CBR (disponível no portal).

SÓCIOS RESIDENTES/APERFEIÇOANDOS NÍVEIS 2 E 3

Para realizar seu recadastramento, o residente/aperfeiçoando deverá acessar o portal através do Espaço do Associado.

No ícone Atualização Cadastral, o residente/aperfeiçoando deverá conferir/atualizar todos os seus dados e confirmar seu recadastramento. O CBR fará a importação de todos os seus dados cadastrais para o sistema interno e ficará no aguardo da confirmação de seu Coordenador através do portal CEAR https://cear.cbr.org.br/

O cadastramento no início do ano para os Residentes/Aperfeiçoandos vale como inscrição para a Avaliação Anual em dezembro?

Não, são procedimentos diversos. No início do ano, o CBR abre o cadastramento Residentes/Aperfeiçoandos para que todos sejam registrados no CBR e passem a receber todos os informativos. No 2º semestre, é aberto o período de inscrição para a Avaliação Anual, na qual o candidato deverá confirmar sua participação e escolher o local da prova.

A revalidação do Título de Especialista e do Certificado de Área de Atuação é obrigatória?

Não, o processo de Revalidação tornou-se opcional devido à publicação, no dia 9 de fevereiro de 2012, da Resolução CFM nº 1.984/2012, revogando a obrigatoriedade da Resolução CFM nº 1.772.

O que é necessário fazer para obtê-la?

Os interessados em participar do processo de Revalidação, deverão:

Cadastrar-se no site da Comissão Nacional de Acreditação (CNA) – www.cna-cap.org.br;
solicitar junto à sua Sociedade de Especialidade o quanto antes a confecção de seu Título de Especialista/Certificado de Área de Atuação; participar de eventos e outras atividades de atualização profissional credenciados pela CNA; a cada cinco (5) anos, realizar nova revalidação.

É importante salientar ainda que o título de especialista ou certificado de área de atuação não perde seu valor. O médico inscrito no processo precisa apenas comprovar que se manteve atualizado após ser aprovado nas provas de obtenção do documento. A AMB entende que desta forma está garantindo o permanente aprendizado médico e a sua atualização científica, visando não só a valorização do profissional, mas o melhor atendimento à população.

Como submeter artigos científicos à revista Radiologia Brasileira?

Acesse o site: www.rb.org.br. No menu Submissão de Artigos, cadastre-se informando o seu e-mail e continue a completar os dados solicitados. Depois, entre no sistema e submeta seu artigo na categoria Autor. Aguarde o nosso contato para saber se o seu texto foi aprovado ou não para publicação.

Como fazer a solicitação da confecção do Título de Especialista e/ou Certificado de Área de Atuação?

A confecção dos Títulos de Especialista e/ou Certificados de Área de Atuação é de competência exclusiva da Associação Médica Brasileira (AMB). Para isso, serão necessários os seguintes procedimentos:

1. Fazer a solicitação por escrito ao CBR, manifestando seu interesse na confecção de seu Título. O e-mail deverá ser enviado para radiologia@cbr.org.br juntamente com o nº de seu CPF, nome completo, data de nascimento e a especialidade aprovada.

2. Após o recebimento dessa solicitação pelo CBR, seu e-mail será respondido com as demais instruções para complementação de sua solicitação.

3. Aprovados a partir de 2018 – Informamos que o pedido de confecção dos Títulos e Certificados dos candidatos aprovados a partir de 2018, já foi inserido automaticamente no Sistema da AMB. Para concluir o pedido, basta acessar o link:
Acessar o endereço: http://www.sistemas.amb.org.br/TITULOS/
Seu login: será seu CPF (somente números)
Senha de acesso: AMB1234 (letra maiúscula e tudo junto)

Atenção: AMB só dará início à confecção somente após o pagamento da taxa e do preenchimento de todos os seus dados. Prazo mínimo dado pela AMB para confecção e envio é de no mínimo 120 dias. Qualquer problema, entrar em contato diretamente com a AMB, por meio do telefone: (11) 3178-6800- R/120.

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